Saúde e Bem estar

Os perigos de não vacinar seu animal de estimação

Vacinar cães e gatos não é apenas um cuidado com a saúde do seu pet: é um gesto de amor, responsabilidade e prevenção. É essencial para garantir uma vida longa e saudável, além de proteger toda a família e a comunidade.

Da Redação - Rara Gente
08/04/25 às 09h45

Vacinar cães e gatos não é apenas um cuidado com a saúde do seu pet: é um gesto de amor, responsabilidade e prevenção. Assim como os humanos, os animais de estimação também estão suscetíveis a doenças graves, muitas delas contagiosas e até fatais. A vacinação pode proteger seu companheiro de quatro patas de forma eficaz e segura.

As vacinas preparam o corpo do animal para reagir rapidamente diante de uma possível infecção. No entanto, essa proteção não é eterna, por isso, a revacinação anual é indispensável.

(Foto: Reprodução)

Entre as vacinas obrigatórias, estão as múltiplas e a antirrábica. Nos cães, a vacina múltipla protege contra doenças como Parvovirose e Cinomose. Nos gatos, contra Rinotraqueíte e Leucemia Viral Felina. Existem ainda vacinas adicionais, como contra Leishmaniose e Tosse dos Canis, que devem ser recomendadas conforme a rotina e exposição do animal.

Filhotes exigem atenção redobrada. Inicialmente protegidos pelos anticorpos maternos, eles perdem essa defesa com o tempo, tornando a vacinação essencial nas primeiras semanas de vida.

Gatos de apartamento também precisam ser vacinados?

Sim! Mesmo sem sair de casa ou ter contato com outros animais, os gatos ainda estão expostos a vírus perigosos como o Herpesvírus Felino e o Calicivírus. Altamente contagiosos, esses vírus podem ser transmitidos por meio da saliva, espirros, comedouros e até durante a limpeza feita pela mãe.

(Foto: Getty Images)

Esses agentes podem causar sintomas graves como conjuntivite, úlceras oculares e orais, dificuldades respiratórias, febre e dor intensa. Uma vez infectado, o gato pode carregar esses vírus pelo resto da vida, com risco de reativação sempre que sua imunidade estiver baixa.

A vacinação, nesses casos, não só reduz o risco de manifestação da doença como também suaviza os sintomas e espaça as crises.

Por isso, manter a vacinação em dia, mesmo em gatos que vivem exclusivamente em ambientes internos, é essencial para garantir uma vida longa e saudável, além de proteger toda a família e a comunidade.

Com informações de Promove e Ourofino Saúde Animal

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