Saúde e Bem estar

Morten Harket, vocalista do A-ha, revela diagnóstico de Parkinson

Segundo a banda, Harket já vinha enfrentando os sintomas há algum tempo, mas a decisão de tornar o diagnóstico público foi tomada recentemente.

Da Redação - Rara Gente
06/06/25 às 15h17

O vocalista Morten Harket, de 65 anos, líder da banda norueguesa A-há, uma das mais emblemáticas dos anos 1980 com seu hit “Take On Me”, foi diagnosticado com a Doença de Parkinson. A informação foi divulgada nesta semana por meio de um comunicado oficial no site do grupo. Segundo a banda, Harket já vinha enfrentando os sintomas há algum tempo, mas a decisão de tornar o diagnóstico público foi tomada recentemente.

“Ele tem lutado contra o próprio corpo nos últimos anos”, informou o grupo em nota. Harket afirmou que aceitar o diagnóstico não foi difícil para ele, mas optou por manter a informação restrita a amigos e familiares próximos, temendo as consequências imprevisíveis da exposição pública.

(Foto: Reprodução/Stian Andersen)

O que é a Doença de Parkinson?

A Doença de Parkinson é uma condição neurológica progressiva que afeta os movimentos do corpo. Os principais sintomas incluem tremores, rigidez muscular, lentidão nos movimentos, desequilíbrio, além de alterações na fala e na escrita.

A enfermidade é causada pela degeneração de células localizadas numa região do cérebro chamada substância negra. Essas células são responsáveis pela produção de dopamina, um neurotransmissor essencial para o controle dos movimentos. A queda nos níveis de dopamina leva ao aparecimento dos sintomas motores típicos do Parkinson.

Diagnóstico e sintomas

O diagnóstico é clínico, baseado no histórico do paciente e em exames neurológicos. Não existe um teste específico para detectar a doença. Entre os sinais mais comuns estão os tremores (geralmente em repouso), lentidão para realizar atividades rotineiras, rigidez muscular e postura inclinada. Esses sintomas tendem a se agravar com o tempo, embora a progressão varie de pessoa para pessoa.

Além dos sinais motores, muitos pacientes enfrentam dificuldades para engolir, alterações na fala, depressão, distúrbios do sono, dores musculares, tonturas e até problemas urinários e respiratórios.

Tratamento

Embora não haja cura, o Parkinson pode ser tratado com medicamentos que compensam a falta de dopamina, cirurgias específicas em casos selecionados, além de terapias complementares como fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia. O objetivo é aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.

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