Saúde e Bem estar

Edu Guedes passa por cirurgia no pâncreas e alerta para câncer silencioso

Com sintomas muitas vezes confundidos com os de outras condições, o câncer pancreático costuma ser diagnosticado em estágio avançado.

Da Redação - Rara Gente
07/07/25 às 16h24

O apresentador Edu Guedes, de 51 anos, passou por uma cirurgia de emergência no último sábado (5) para retirada de nódulos no pâncreas. A notícia acendeu um sinal de alerta para uma das doenças mais silenciosas e agressivas da oncologia: o câncer de pâncreas.

Com sintomas muitas vezes confundidos com os de outras condições, o câncer pancreático costuma ser diagnosticado em estágio avançado, o que reduz drasticamente as chances de tratamento curativo.

Pensando nisso, a Rara Gente preparou um conteúdo especial com os principais sinais da doença, fatores de risco e formas de prevenção.

(Foto: Reprodução/Instagram/ @eduguedesoficial)

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o tipo mais comum deste câncer é o adenocarcinoma, que se origina no tecido glandular e corresponde a cerca de 90% dos casos. A maior parte desses tumores se desenvolve na cabeça do pâncreas, mas também pode surgir no corpo (centro) ou na cauda (lado esquerdo) do órgão.

Sintomas mais comuns do câncer de pâncreas:

  • Dor abdominal persistente, que pode irradiar para as costas, piorando após as refeições ou à noite
  • Perda de peso inexplicada, especialmente em curto período
  • Icterícia (pele e olhos amarelados) causada pela obstrução do fluxo biliar
  • Problemas digestivos como náuseas, vômitos, diarreia e saciedade precoce
  • Diabetes recente ou descontrolado, causado pela interferência na produção de insulina
  • Fadiga e fraqueza geral

Fatores de risco: fique atento

(Foto: Reprodução/Einstein)

Diversas condições e hábitos podem aumentar as chances de desenvolver câncer de pâncreas. Entre os principais fatores estão:

  • Histórico familiar da doença
  • Tabagismo
  • Alimentação rica em alimentos processados, embutidos e gordura saturada
  • Obesidade e sedentarismo
  • Pancreatite crônica
  • Diabetes tipo 2
  • Idade avançada (a maioria dos casos é diagnosticada em pessoas com mais de 65 anos)

Atenção aos sinais e prevenção são fundamentais

Mesmo com um prognóstico difícil, o diagnóstico precoce pode fazer a diferença. Em caso de sintomas persistentes, especialmente dor abdominal, alterações digestivas e perda de peso inexplicada, é essencial buscar orientação médica.

A melhor forma de prevenção está em manter hábitos saudáveis: parar de fumar, adotar uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas regularmente e fazer acompanhamento médico periódico, especialmente se houver histórico familiar da doença.

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