O conceito de sucesso está ligado ao fato de atender determinadas expectativas. Geralmente é considerado o oposto de fracasso, mas os critérios para esta avaliação dependem do contexto e são relativos para algumas pessoas ou sistema de crenças.
Em nossa sociedade atual, muito mais do que saber ‘aquilo’ que devemos ter - ou conquistar - para sermos bem-sucedidos, há uma certa ‘pressão’ acerca de ‘quando’ iremos alcançar alguns ‘marcos’ do sucesso ao longo da vida.
Porém, ao que tudo indica, este conceito pode estar prestes a ser modificado, assim como acontece de tempos em tempos com o pensamento da sociedade. No ano passado a escritora norte-americana Doree Shafrir lançou um livro que nos chama para a reflexão sobre estar ou não ‘atrasado’.
Na obra intitulada: ‘Obrigada pela espera: a beleza e a esquisitice de chegar tarde ao sucesso’ , em tradução livre do inglês, Dorre conta a trajetória de sua vida que, segundo ela, começou atrasada em relação à maioria das pessoas. Ela casou-se aos 38 e seu primeiro filho nasceu quando ela tinha 41 anos. Em uma reportagem da BBC a escritora revela ainda que se atrasou de forma geral para namorar, fazer sexo, encontrar o tipo de trabalho que ela gosta e sentir-se confortável com ela mesma.
