Com a concorrência cada vez maior e clientes mais exigentes, o mercado também teve que se transformar para atrair ainda mais os consumidores.
É neste contexto que os clubes de assinatura encontraram um terreno bastante fértil para crescer e se consolidar. Com isso é possível atender a um público cada vez mais fiel e ainda aumentar o faturamento.
O comportamento de consumo no mundo inteiro mudou muito e durante a pandemia muitos hábitos vieram para ficar. Um dos mais importantes para entender este cenário é a frequência com que as pessoas passaram a comprar pela internet.
Por este motivo que os modelos de negócio baseados em e-commerces e clubes de assinatura passaram a ser procurados: eles oferecem facilidades aos clientes como a vantagem de poder comprar qualquer hora do dia, em qualquer momento. Os meios de pagamento também têm se modernizado para atender à demanda destes novos compradores.
O sucesso desta nova maneira de entregar conteúdo não é privilégio só do Brasil. No mundo todo já é possível perceber que alguns deles têm faturamento bilionário. Já é sabido que o alcance é ainda maior em pessoas que já vieram ao mundo dentro do contexto digital. São pessoas que passam boa parte do tempo conectadas, que sabem muito bem o que querem e estão sempre à produtos e serviços que supram as suas necessidades.
AFINAL, É NOVIDADE OU NÃO É?
O modelo de negócios em si não é novo e antes de 2020 já havia boas opções de clubes de assinatura no mercado. Revistas e jornais, por exemplo, já trabalham desta forma desde as suas primeiras publicações.
A diferença é que, devido às exigências do mercado, o conceito de clube de assinatura se aprimorou; os formatos ficam ainda mais complexos, há mais variedade e alcance. Em outras palavras, eles alçaram voos ainda maiores e passaram a ser ótimas estratégias para quem gosta de empreender e busca um diferencial competitivo.
Nos Estados Unidos o setor já é responsável por um faturamento que chega perto dos US$ 10 bilhões por ano. No Brasil os números também impressionam: em 2019 os clubes de assinatura movimentaram cerca de R$ 1 bilhão. Em 2020 este valor subiu 10%. Em 2014, apenas 300 empreendimentos apostavam nesta nova fórmula. Hoje em dia são mais de 4 mil.
