Entrevista

Sorte no jogo: “Tenho diversos amigos que vivem do pôquer”

O analista fiscal - Caio Gisse Rainho, de 21 anos, pratica o pôquer há seis anos - tempo suficiente para compreender o cenário discriminatório do jogo no mundo esportivo

Bruna Taiski
08/02/19 às 07h20

O jogo de cartas sofreu preconceito durante muito tempo. O pôquer chegou a ser considerado ilegal e o caminho para oficializar os torneios foi vagaroso. Somente em 2016 é que a competição foi reconhecida como esporte e liberada pela justiça. Existem inúmeras modalidades de pôquer; mas, atualmente, a mais conhecida e praticada em todo o mundo é o ‘Texas Holdem’.

O analista fiscal - Caio Gisse Rainho, de 21 anos, pratica o pôquer há seis anos - tempo suficiente para compreender o cenário discriminatório do jogo no mundo esportivo.  “Creio que há esse pensamento pelo fato de o pôquer ser um jogo de cartas e que envolve apostas; criou-se, sim, uma visão negativa; mas, não é bem assim. O pôquer é um jogo que envolve a sorte; porém, quanto mais você se envolve e estuda sobre ele, mais você percebe que, na verdade, ele é um jogo muito mais estratégico e situacional” – conta.

E por falar em sorte... Ela foi lançada! Mesmo com os olhos de desconfiança das outras pessoas pairando sobre suas cartas, Caio estava determinado a participar dos torneios. E não é que participou mesmo? Ele esteve presente nos torneios semanais em Três Lagoas e Catanduva; também em campeonatos maiores - com premiações de até R$10.000,00. O número de vitórias é incontável, já que ‘bateu ponto’ nos jogos durante muitos anos. 

“Pôquer, para mim, representa algo muito positivo, que me ajuda muito em questões de ansiedade – pois, como é um jogo que envolve pensamento, ajuda a me acalmar. Alegra-me muito ver o crescimento desse jogo fascinante; tenho diversos amigos que vivem do pôquer - que realmente tiram os seus salários das mesas - sejam estas físicas ou em salas online”.

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Não é vício... É paixão!

Quebramos os tabus que rondam este jogo: é verdade que ele vicia? Caio responde e ainda dá ‘um toque’ para quem se interessa pela modalidade.

“Para aos que têm vontade de jogar, porém ainda têm certo receio de entrar para o jogo e “viciar” - como muito é dito por aí - fique tranquilo: comece em plataformas onlines - onde se pode jogar gratuitamente. Caso você realmente comece a gostar do jogo, você pode passar a jogar mais sério em algumas plataformas e frequentar alguma casa de pôquer que tenha perto de você!”.

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