Açougueiro por profissão, vocação e paixão. Assim é
Osvani Ferreira Inácio,
proprietário do açougue
Galeria da Carne,
uma pessoa que atua no setor desde os 12 anos de idade. Ele começou em funções de auxiliar, passou pela desossa, atendimento e outras áreas, trabalhou por mais de 3 décadas, incluindo frigorífico, acumulando conhecimentos que lhe proporcionaram capacidade e eficiência para se tornar um empreendedor respeitado pelo mercado e por seus funcionários. Mas ele não se vê somente empresário. Antes de tudo, se intitula açougueiro.
O respeito não veio de graça. Osvani se esforçou e se esforça para isso. É aquele tipo focado, meticuloso e exigente consigo mesmo e com quem trabalha ao seu lado. Por ter excelência e conhecer o ramo, como poucos, é sempre assertivo com os colaboradores, orientando-os a garantir a rigorosa qualidade na entrega de carnes.
Por conta de não ter meias palavras, acabou recebendo o apelido de
’Cavalinho’,
termo que une o carinho e a peculiaridade, pelo diminutivo, mas que revela sua forma sem maquiagem e direta de abordar os assuntos e tratar as situações.
“Ele não dá voltas, nem suaviza, vai direto no assunto e resolve como tem que ser”, conta a irmã Vanessa.
No dia-a-dia da Galeria da Carne, a irmã Vanessa, é o braço e mente forte na condução administrativa e questões burocráticas em geral, enquanto Osvani fica à frente da parte comercial e põe a mão na massa. Ele é o encarregado da compra das carnes bovinas, suínas e de frango e participa da manipulação dos produtos. O objetivo é garantir a qualidade que chega ao cliente, seja na carne in natura ou naquelas semi-prontas.
Aliás, carnes temperadas, prontas para serem finalizadas ou a já assadas, são um diferencial no caixa da Galeria da Carne, graças à regularidade do padrão nos temperos e no pré-preparo. É que o patrão exige que as receitas sejam seguidas à risca, depois de exaustivamente testadas e aprovadas.
“O segredo do sucesso é carregar consigo o lema: oferecer aos meus clientes e amigos os produtos que, sem dúvida, sirvo em meu lar”, afirma o açougueiro.
Mesmo que o preço não seja o mais barato do mercado, o objetivo é proporcionar que a boa experiência do cliente seja repetida, toda vez que ele compra. Outra filosofia dos filhos do pedreiro Arildo, falecido em 1998, é o senso de realização, saindo do campo das ideias, do zero, até concretizar, até fazer dar certo.
O pai, homem simples, mas ”fora da curva”, foi um grande inspirador e até hoje sua falta é sentida. Para eles, certamente os negócios seriam ainda mais prósperos se o genitor estivesse vivo para dar sábias opiniões.
Osvani tem presença constante na casa da mãe, dona Doroti, para comer a comidinha que ela prepara. Trabalha junto das irmãs e do filho Daniel e valoriza seus laços familiares. Prioriza uma cervejinha e jogos com os amigos e mantém relacionamento de carinho com seus funcionários.
Mas também é um exemplo de pessoa comum, que não se acomodou e, com empenho, trabalho e capricho no que faz, está mudando o destino de toda uma geração ao seu redor.
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