Entrevista

Preparado para crescer: Beto Gusmão e sua sua história empreendedora de sucesso

Após a experiência e o aprendizado, Beto Gusmão fala sobre foco, qualidade e conta os atuais projetos de sua empresa

Beatriz Rodas
18/07/18 às 10h19

Por aqui vamos começar pelo fim... Um dos aspectos mais inspiradores no ramo empreendedor são, sem dúvidas, o otimismo e a expectativa carregados por pessoas que apostam na busca do sonho – e do talento – de empreender. Arriscar-se na execução de um planejamento - mesmo sabendo dos riscos e dificuldades - pela realização de algo maior, demanda tempo e ousadia da parte de quem age. Agora, veremos isso na prática.

Sonhe grande mantendo-se na realidade

Luiz Alberto Gusmão – 49 anos, mais conhecido como ‘Beto’ – começou a escrever sua história empreendedora em 1991, aos 22 anos. Conhecendo o mercado e adquirindo know-how no ramo, seis anos depois nasceu a Imobiliária Gusmão. A época favoreceu os projetos de Beto, que tem um talento nato para o empreendedorismo. “No início de 2000 a cidade ainda não era forte no ramo da construções residenciais. Eu notava carências nessa parte. Então vendi meu sítio e construí meu primeiro prédio - o Gabrielle. Enfrentei algumas dificuldades; mas, logo em seguida, já construí o Costa Leste e o Green Vale; e lançamos, em parceria, o Ramez Tebet e o Solar dos Lagos” - conta.

Então, Gusmão passou de pequeno empreendedor por oportunidades – que observa uma carência no mercado e soluciona o problema – para grande empresário da construção imobiliária, através de um pequeno e ousado começo: a venda de seu sítio para investimento. No entanto, depois de se arriscar para começar é preciso constância. Por isso, Beto contou para a Gente que sempre manteve os padrões médio e alto de suas construções; ainda que alguns apartamentos fossem compactos, foram construídos todos com material e mão-de-obra de primeira linha.

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O impulso necessário

A crise econômica do país é uma realidade para todas as profissões e classes sociais. Você, com certeza, teve de tomar medidas - profissional ou pessoal - para driblar os efeitos do auge da crise. Com empresários não seria diferente. Neste aspecto, Gusmão comenta: “Passei uns cinco anos me reorganizando, trabalhando para recuperar os negócios e colocar a casa em ordem. Hoje, não temos nenhuma dívida bancária pois estão todas quitadas; e posso dizer que minha equipe está pronta para investir com tudo. Com paciência, foco e nos lugares certos”.

Ele enfatiza a palavra ‘foco’. Para ele, mais vale poucos empreendimentos de alta qualidade, do que muitos com pouco controle do que está sendo feito. Exclusividade, sempre. “Quando um empreendimento, ou imóvel, tem exclusividade com a minha empresa – seja em vendas, planejamento, construção ou locação – eu posso garantir que o trabalho será bem feito. O foco serve para isso. Eu e minha equipe precisamos estar concentrados naquilo que estamos fazendo”.

Mas, então, a Gusmão trabalha apenas com uma construção? Não lança mais projetos como no início de 2001? Ao contrário. Quando comparamos quantidade com qualidade, é porque Beto treinou uma equipe que caminha com o mesmo foco que ele preza. Para você ficar por dentro, seus atuais empreendimentos imobiliários são: o edifício Abrahão Mattar Premier House - com 32 unidades, próximo à Lagoa Maior; o Condomínio Residencial Júlia Auana - com 16 unidades, próximo ao Ginásio de Esportes e o Edifício Villa Lobos - em Andradina, com 64 apartamentos de mais de 115 m².

“Eu tenho uma visão expansionista e, ao mesmo tempo, tento manter o foco. Acredito que ainda tenham muitos outros bons negócios que minha empresa possa investir, e o momento é agora. Antes de arriscar qualquer investimento primeiro estudo o mercado; analiso a situação da minha empresa e faço reuniões com a minha equipe. Quero expandir com foco e sempre pensar no cliente”.

Do outro lado

Empreendimentos para cá, investimentos para lá... Mas, a Gente não pode deixar de pontuar o foco – também – que Beto tem em quem está do outro lado: o cliente. Ao analisar o mercado e um possível investimento, não pensa só na empresa ou na rentabilidade. “Antes de pensar no que seria bom, positivo para a minha empresa, eu preciso pensar também no que seria bom para o cliente. Se não for bom para quem vai comprar ou alugar, não será bom para mim também. Não adianta ser rentável e não ter feedback. Por isso, nossas construções e investimentos são todos bem localizados, com material de boa qualidade e projetos de primeira” – reforça.

Já finalizando a nossa entrevista, depois de compartilhar toda sua trajetória desde 1991 até os dias de hoje, Beto, aos 49 anos, demonstra estar com o espírito empreendedor mais entusiasmado do que aos 22; e mais: cheio de aprendizado e sabedoria adquiridos com o passar dos anos e com a somatória das experiências. Sob uma ótica empresarial abrangente, lança sua deixa: “estamos preparados para crescer” – finaliza.

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