Entrevista

Depoimentos emocionantes e belíssimas fotos do nosso editorial de Mães e filhos

E fica nosso convite! A Gente também quer você nas nossas próximas edições!

Rara Gente
23/05/21 às 08h43

Histórias lindas e singulares - mas que agregam um senso comum: o inexplicável e inigualável ‘amor de mãe’. Para dar voz e homenageá-las  ouvimos  18 mães na nova edição da Rara Gente,  que contaram -  só um pouquinho -  e já queremos mais - sobre as alegrias e os desafios da maternidade. Emocione-se com a Gente!

E fica nosso convite! A Gente também quer você nas nossas próximas edições!

Larissa Ormeneze de Freitas, 35 anos, mãe da Alice de 3 e a vovó, Célia Maria Ormeneze de Freitas.

Larissa Ormeneze de Freitas tem trinta e cinco anos e é mãe da Alice,  de três anos. A descoberta da gestação foi muito feliz. “Já sabia que estava gerando o grande amor da minha vida”. A prioridade, então, passou a ser a família. Quando estão juntas a diversão é garantida. “Brincamos em todo lugar!”. Para ela o melhor da maternidade é saber que vai ter uma companhia para a vida toda, e alguém para ensinar e aprender todos os dias. “Quero deixar como herança o valor do amor, do respeito e da solidariedade.”

Paula Ferreira de Souza, 33 anos, mãe de Vitor de 2.

Paula Ferreira de Souza tem trinta e três anos e é mãe do Vitor, de dois anos.  As mudanças começaram na vida dela a partir do momento em que ela soube da gestação. “Ser mãe é uma missão desafiadora, mas muito compensatória... Quero deixar um legado de amor e aprendizagem.” Ela sabe que é preciso muita disposição para tanta energia da criança, porém diz que o melhor de ser mãe é cuidar de alguém e receber todo o carinho de volta. “Não meço esforços para que ele seja feliz e se torne uma pessoa realizada”.

Mariana Elias Padilha do Nascimento, 33 anos, mãe de Mateus, de dois.

Mariana Elias Padilha do Nascimento tem trinta e três anos e é a mãe do Mateus, de dois anos. O resultado positivo do teste de gravidez foi a confirmação de algo tão aguardado e esperado. “Senti uma mistura de medo com amor”. É claro que a vida mudou muito e ela conta que também mudou bastante. Quando estão juntos, ela e o filho adoram brincar, cantar e conversar. “Quando ele não está perto sinto uma falta inexplicável”. Para ela ser mãe é o melhor e o maior desafio da vida. “Por ele, faço o meu melhor”.

Ivete Binda Mendonça, mãe de Giovane de 22 anos e dos gêmeos Enzo e Piero, de 20 anos.

Ivete Binda Mendonça, mãe de Giovane de vinte e dois anos, e dos gêmeos Enzo e Piero de vinte anos - revela que ser mãe sempre esteve em seus pensamentos... “Pedi e orei tanto que recebi três meninos em menos de dois anos”, conta ela sorrindo. O que mais a encanta é se enxergar neles, nos pequenos e nos grandes detalhes, e saber que esse legado de proteção e cuidado será replicado adiante. “Eles são meu amor maior, e meu genuíno propósito nesta vida. Sinto gratidão por isso.  ”Olho para eles, babo, e penso: ‘Guria, você arrasou!’".

Larissa Garcia Coelho, mãe de Bento, 9 anos, e Enrico, 8

Larissa Garcia Coelho, de quarenta e dois anos é mãe de Bento de nove anos e Enrico de oito anos. Ela teve que se desdobrar para dar conta de dois bebês ao mesmo tempo, ainda assim, adorou a experiência. “Amei estar grávida!”. Ela é daquelas que está sempre por perto: “Os vejo no futebol, assisto jogo do Palmeiras, andamos de bicicleta... Adoro participar de tudo”. Quando estão longe, Larissa fica um pouco insegura, mas sabe que é preciso deixá-los crescer. “Ser mãe é mágico e grandioso. Eles são a minha vida e o meu amor”.

Priscila Santos Chiari, 35 anos, mãe da Rafaela, de 6, e do Caio, de 3.

Priscila Santos Chiari tem trinta e cinco anos e é mãe da Rafaela, de seis anos e do Caio, de três anos. As duas gestações foram marcantes para ela - mas a emoção foi a mesma. “Eles vieram para completar a nossa família”. Ser mãe, para ela é renascimento e aprendizado diário e fé. “Aprendi a viver um dia de cada vez”. A mamãe conta que a melhor parte da maternidade é cuidar no dia a dia. “Vê-los crescer, aprender coisas novas. Quero que eles alcancem tudo o que desejam, com amor, esforço e dedicação. Estarei sempre por perto”.

Alida Heredia, de 39 anos, mãe de Maria Fernanda de 10 anos e João Pedro de cinco.

Quando Alida Heredia, de trinta e nove anos, descobriu as duas gestações, Maria Fernanda de dez anos e João Pedro de cinco anos, os sentimentos foram iguais: alegria e emoção. “Descobri o que era amor incondicional, fiquei mais paciente, a cada dia aprendo com eles.” Quando estão juntos é só alegria e a mamãe morre de rir com os dois. “Todo dia é uma gargalhada!” Para ela o melhor de ser mãe é testemunhar o milagre da vida. “Quero estar sempre presente e ser referência na vida deles”.

Polyanna Ferreira37 anos, mãe de Heitor, de 7 e Theo de 4.

Polyanna Ferreira, de trinta e sete anos, é mãe de Heitor, de sete anos e Theo, de quatro anos. O excesso de sono a levou a fazer o exame da primeira gestação e o resultado foi só alegria. “Fiquei muito feliz! Já estávamos planejando, era tudo o que eu queria”.
Ela conta que a maternidade fez com que ela amadurecesse bastante. Quando estão juntos, eles gostam de brincar e passear. O amor de uma mãe, para Polyanna, não tem medidas. “É um amor sem fim! Sem eles tudo fica vazio. Quero ser companheira deles e estar pronta para ajudar”.

Ivanda dos Santos Alves, 87 anos, de Dulcemar Alves Moreira, 64,Vivian Alves Moreira Fidelis, 39, mãe de Isis, 2, e Beatriz (na barriga); Aline Alves Moreira, 36, Lilian Alves Moreira Camargo, 34, mãe de Helena, 5 e Laura (na barriga)

No centro, Ivanda dos Santos Alves, de oitenta e sete anos, é mãe de Dulcemar, de sessenta e quatro anos, e que é mãe das três belas médicas: Vivian Alves Moreira Fidelis de trinta e nove anos: mãe da Isis de dois anos e gestando a Beatriz; de Aline Alves Moreira de trinta e seis anos e de Lilian Alves Moreira Camargo, de trinta e quatro anos: mãe de Helena, de cinco anos e gestando Laura. Elas são amigas, cúmplices e trocam confidências que vão além dos laços de sangue. Cresceram às voltas com tudo que o universo feminino traz de melhor: a força, a garra e a feminilidade - passadas de geração em geração. É o amor de muitas mães por suas filhas e da matriarca por todas elas.

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