Advogada desde 2013, quando concluiu a graduação pela Faculdade AEMS,
Cristiane Mota
conta que sempre quis exercer esta profissão e que boa parte desta vocação já podia ser sentida desde a infância.
“Eu tomava partido nas brigas e defendia ou acusava os envolvidos”, relembra.
Mesmo assim, seu caminho passou pelos cursos de Pedagogia e História, até o Direito chegar, definitivamente, em sua vida,
“após muito sacrifício e determinação”.
Para Cristiane, a vida pessoal e profissional demandam firmes posicionamentos, diariamente.
“Como sabiamente dizia Adélia Prado, nós, mulheres do direito, nascemos para levantar bandeiras. Por isso, todos os dias quando acordo, levanto a minha, seja ela de igualdade, de respeito, empatia ou solidariedade. A única coisa que realmente sei é que essas bandeiras nunca cessarão”.
Atualmente, Cristiane está cursando mestrado em Ciências Jurídicas e tem como meta conseguir trabalhar cada vez mais com um direito preventivo e menos contencioso, o que não deixa de ser também uma bandeira.
“O direito preventivo é uma paixão, empolga porque tem a finalidade de antever e resolver possíveis problemas jurídicos, antes deles efetivamente acontecerem, evitando o processo judicial e seus transtornos para as partes. Antes, era só empresarial, mas tem crescido em outros campos, como civil, trabalhista e previdenciário. É muito comum nos Estados Unidos, mas tem se firmado no Brasil, com o empenho de muitos profissionais”, explica.
Um exemplo prático, segundo ela, seria o pacto nupcial, no qual o casal prevê todas as possibilidades, inclusive diante de uma separação. A ideia é que, se o problema realmente acontecer, os termos firmados anteriormente possam reduzir o risco da lide judicial.
Especialista em direito administrativo e direito civil, a profissional analisa que tem atuado de forma
“ética por natureza, justa por caráter e fiel a Deus por amor”.
Com este combo de características, tem consolidado sua carreira em Três Lagoas. Também frequenta congressos e cursos para se especializar e se preparar para as novas demandas da atualidade.
E, se o direito é uma bandeira para ela, a maternidade, iniciada aos 20 anos de idade, seria algo além disso. Mãe de Lucas, de 19 anos, Fernando, de 15, e Isabela, de 9, a advogada se derrete ao falar deles.
“Quero ser cada vez mais reconhecida pelo meu trabalho, mas sem perder a minha essência e a minha base, que são meus filhos e meu marido, Lair Thomé”.
Cristiane afirma que sente muito orgulho pela forte união e senso de proteção entre os irmãos, principalmente quando o “ataque” é externo a eles. Isso, no entanto, não exclui a necessidade de ela exercer seus dons para conciliar os conflitos, já que surgem normalmente, principalmente devido à diferença de idade.
“Nada que uma mãe não consiga resolver com seu jeitinho. Sempre mostro, para um, o ponto de vista do outro. Quando penso em meus filhos, tenho a sensação de que a vida deu certo, que minha missão está cumprida. Se tivesse que escolher, minha escolha hoje, amanhã e sempre, seria o Lucas, o Fernando e a Isabela”,
diz orgulhosa e carinhosamente, ressaltando que procura exercer seu amor de forma personalizada.
“Meu amor se manifesta da forma que cada um necessita” .
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