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Economia e 2018 - seria um tempo bom para os três-lagoenses?

Precisamos saber o que vem - de bom e de ruim - para a capital mundial da celulose neste ano

Rara Gente - Beatriz Rodas
03/01/18 às 07h00
Perspectiva econômica - e, principalmente, industrial - para a cidade é grande (Divulgação)

Como Mato Grosso do Sul vive reflexos da economia brasileira, mas sempre com suas peculiaridades, a Gente apurou o que muda – melhorias e inovações – na economia três-lagoense em 2018 e adiante.

Segundo o Ministério do Trabalho, de cada dez empregos nas indústrias, pelo menos quatro são em micro, pequenas ou médias empresas.

É por meio deste desenvolvimento – unindo a indústria, o comércio e o serviço – que a qualidade de vida da população tende a aumentar, principalmente no âmbito econômico.

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A capital mundial da celulose já chegou a registrar mais de cinco mil demissões no mesmo mês. Mas, o que temos para hoje – e para 2018 – são boas novas! Quando o assunto é “economia”, o top do ranking municipal são as multinacionais, as terceirizadas e outras integrantes do nosso polo industrial.

Depois da instalação destas empresas na cidade, a economia foi transformada – e para melhor. A balança econômica da cidade encontra-se desequilibrada; o lado positivo é o de maior peso.

Ainda que haja opiniões contraditórias – e é plausível, devido às questões de meio ambiente, impostos, benefícios à população – a economia três-lagoense progrediu em geração de empregos; em desenvolvimento social - com cursos profissionalizantes, expansão de cursos de graduação; em visibilidade mundial - ser visada e cobiçada por multinacionais no mundo todo; além do crescimento da exportação que, em um âmbito técnico, tem grande peso para o potencial econômico da cidade.

Cheers para Três Lagoas!

Outra novidade de peso para a economia local é a instalação de uma Cervejaria em 2018. Esse projeto é discutido desde 2016 e a previsão é de que a fábrica seja anunciada, oficialmente, até dezembro – quando será divulgado o nome da cervejaria e todos os detalhes do empreendimento.

O projeto prevê um investimento de R$ 300 milhões, com geração de, aproximadamente, 200 empregos. Além disso, a cervejaria deve vir acompanhada de mais duas indústrias: uma fabricante de latas e outra de cachaça. Essas duas empresas, no entanto, devem ser instaladas no Distrito Industrial. Apenas a cervejaria é que será instalada no Cinturão Verde.

A perspectiva para crescimento do país é enorme, uma vez que o comércio exterior está propenso a evoluir cada vez mais e a refletir no comércio interior do nosso país. Vamos entrar em 2018 com boas expectativas para o nosso país e para a nossa cidade!

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