Autoconhecimento é uma palavra que se explica por si só, mas cujo processo exige uma reflexão bastante profunda. Se alguém perguntar a você o quanto se conhece, qual seria a resposta? A maioria das pessoas pode achar o questionamento até estranho, mas a verdade é que a prática do autoconhecimento ainda é pouco exercitada.
É quando a dificuldade e os obstáculos surgem que conseguimos ter a real noção de quem somos, a partir de nossas respostas e ações.
Algumas pessoas até se surpreendem com atitudes que tomam, e aí que surgem as famosas frases: “nossa, não sabia que eu era capaz disso” ou “nunca imaginei que pudesse fazer aquilo”.
Mas não se preocupe, você não precisa esperar que os momentos desafiadores cheguem para promover o autoconhecimento.
Existem ferramentas e metodologias que trabalham justamente a partir do princípio de olhar para dentro e reconhecer a si mesmo, seus pontos fortes e vulnerabilidades.
Se o autoconhecimento não fosse tão importante, monges não se isolariam por longos períodos de reclusão para encontrar respostas.
No entanto, não é necessário tomar medidas tão drásticas, como ter momentos sabáticos, para desenvolver essa capacidade – ainda que a solitude seja uma boa forma de entrarmos em contato com nós mesmos. A busca pelo autoconhecimento representa também uma procura pelo eu interior, por nosso propósito na vida, pela razão de estarmos na Terra.
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Karina Ribeiro,
realizada na última quarta-feira (29) no
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