O crescimento da procura por itens considerados essenciais para a manutenção da higiene pessoal fez com que o mercado de celulose tivesse que se reinventar para que a produção não parasse em meio à pandemia. Com o isolamento social, o consumo de produtos embalados assim como de papel higiênico, fraldas e papéis sanitários aumentou muito e manteve a economia aquecida nesse sentido.
Segundo o Gerente Executivo Industrial da Suzano, a empresa tem trabalhado com metas a longo prazo e que abrangem várias frentes como a remoção de 40 milhões de toneladas de carbono da atmosfera até 2030 e a exclusão de pelo menos 200 mil pessoas do grupo que se encontra abaixo da linha da pobreza neste mesmo tempo.
Ele garante ainda que o otimismo para que venham dias melhores está vinculado ao esforço de toda a sociedade. “Cada um deve fazer a sua parte e trabalharmos juntos. O momento é de união da iniciativa privada, órgãos públicos e isso deve permanecer no período pós pandemia”.
Para ele, apesar de tantas vidas que se foram por causa do coronavírus, o momento trouxe discussões consideradas essenciais. “Refletimos sobre a importância da conservação ambiental, as relações interpessoais, as desigualdades sociais”.
Ferraz diz que a empresa tem mudado o foco do pensamento corporativo e, ao invés de falar em ‘novo normal’, tem investido no movimento ‘novo melhor’. “São iniciativas para proporcionar experiências e relações mais inspiradoras. Neste normal deverá haver a busca pelo equilíbrio entre trabalho e vida pessoal”.
