Entrevista

“Eu sou muito parecida com a minha mãe. Ela me ensinou a ser determinada e minha vida é baseada em amor e na família”

Joana Alexandria Ferreira Dias é toda sentimento. Prestativa, ela é racional quando precisa, mas o coração é quem domina.

Bruna Taiski
02/06/21 às 07h10
Sandra e as filhas Joana e Giovana pautam suas histórias em união, afeto, dores, alegrias e muita luta.

Nem todo mundo entende de amor - mas ela, ah, ela entende. Seu coração é tão grande, que simplesmente pode abrigar o mundo inteiro... Ela pratica o amor-próprio e, por isso, sabe amar o próximo. Joana Alexandria Ferreira Dias é toda sentimento. Prestativa, ela é racional quando precisa, mas o coração é quem domina. “Eu sou muito parecida com a minha mãe. Ela me ensinou a ser determinada e minha vida é baseada em amor e na família”. 

Joana nasceu no dia 21 de Junho de 1992, a primogênita é dedicada, estudiosa, formou-se em medicina, na cidade de Ribeirão Preto em 2016 e fez residência médica em Botucatu na UNESP. “Batalhei muito para conquistar tudo o que eu tive. Iniciei a residência médica, no ano em que meu pai faleceu... Então foi muito difícil... Mas nunca desanimei”, afirma emocionada.

Dedicou-se a dermatologia e retornou a Três Lagoas para montar o seu consultório... Assim como a mãe, Joana é bastante apegada a terra natal. “O pessoal da faculdade acha surpreendente o quanto os três-lagoenses amam suas raízes. E é verdade, nunca me imaginei longe da minha mãe, criando meus filhos ou morando fora daqui”.

Joana adora revisitar suas memórias e algumas causam dor - como em todo ser humano - no entanto, a maioria é de muita felicidade. 

 “A Joana vendia bijuterias na escola! Me chamaram na direção porque as crianças estavam usando o dinheiro do lanche para comprar as bijuterias dela”, a mãe rememora as travessuras.

Outro momento inesquecível aconteceu no Natal, enquanto Joana ajudava a mãe a atender os clientes. Elas esperavam pelo resultado da residência médica na UNESP - o grande sonho da Joana - e durante uma tarde movimentada receberam a notícia de que ela teria sido aprovada. “Começamos a chorar e foi tão engraçado, porque os clientes que estavam por lá não entenderam nada!”.

A verdadeira felicidade da primogênita está na própria casa, entre as alegrias da família. Ela admira as mulheres com quem convive e sente imensa gratidão por este amor infindável, presente em cada pequeno gesto.

“Minha mãe foi e é muito forte, a Gi também, são duas mulheres que estão aqui na linha de frente da empresa batalhando diariamente. Tenho certeza que meu pai está muito orgulhoso de nós... Elas me apoiam em tudo! A Gi é o meu braço direito, ela me ajuda em qualquer coisa, é a pessoa que me bota pra cima, que está presente nos meus projetos... Elas são meu suporte, minha base de tudo”.

Veja a matéria completa na edição 94 da Rara Gente.

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