Causas de morte no Brasil
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as 10 maiores causas de morte no Brasil no ano de 2019 foram, consecutivamente, acidente vascular cerebral (AVC), infarto, pneumonia, câncer, violência, acidentes de trânsito, infecções generalizadas, diabetes, doença de Alzheimer e outras demências, e doença renal crônica.
O instituto estima que no ano de 2040 as maiores causas de morte no Brasil serão, consecutivamente, infarto, doença de Alzheimer e outras demências, diabetes, acidente vascular cerebral (AVC), pneumonia, doença renal crônica, doença pulmonar obstrutiva, crônica, hipertensão, câncer de próstata e câncer colorretal.
Nosso corpo funciona de um jeito muito parecido com o de um carro: precisamos ser abastecidos com um bom combustível e de cuidados diários para chegarmos mais longe e melhor. E, assim como você encontra alguns automóveis antigos conservadíssimos, e outros mais novos falhando - certas pessoas aparentam ter soprado muito mais velinhas do que realmente fizeram ou apresentam menos energia do que seria o esperado.
De acordo com o cirurgião geral, Dr. José Ricardo Guerra, de certo modo, a genética também está associada a quanto tempo vivemos. “Pessoas com tendências familiares de doenças como hipertensão, diabetes, tireoide, podem adquirir as patologias e atrapalhar o seu percurso”.
No entanto, a genética não é a maior responsável pela nossa qualidade de vida. Segundo o médico, há uma diferença entre nossa idade cronológica, aquela do registro de nascimento, e a biológica. Nosso corpo pode envelhecer mais rápido ou devagar, de acordo com nossas escolhas. “'Cada um colhe o que planta', se a pessoa tiver uma juventude ou fase adulta de desleixo, ela terá uma longevidade mais curta”.
Para ele, existem pilares que merecem atenção especial porque influenciam diretamente na nossa saúde e envelhecimento: a atividade física o hábito alimentar e o emocional. “Com o passar dos anos é importante concentrar-se em exercícios e em práticas que auxiliam tanto na manutenção do corpo, como na prática de fortalecimento da mentalidade”.
O especialista ainda destaca: “Não há idade certa para começar a se preocupar com a longevidade. É claro, quanto antes começarmos a ter hábitos saudáveis melhor para uma expectativa de vida mais longa”.