Em junho de 2019 o menino Kauan, de 13 anos foi diagnosticado com tumor no tronco cerebral, ele fez cirurgia, radioterapia e teve sua vida drasticamente mudada pela doença.
Antes ele era um menino muito ativo, com a mãe, Daiana Luiza da Luz, educadora física, ele amava a prática esportiva, fazia futebol, natação e jiu-jitsu – onde havia ganhado algumas medalhas. Mas em um dia normal de treino ele passou mal, sentiu dor e vomitou, após duas semanas indo e vindo do hospital e pronto socorro conseguiram o diagnóstico, e a luta do menino Kauan, infelizmente, saiu dos tatames.
Hoje ele está na cadeira de rodas e toma nove medicamentos diários, três deles para a dor que é constante, mas que não fazem efeito.
“Ele fez o tratamento em no Hospital do Câncer em Barretos, hoje faz apenas o acompanhamento paliativo lá”, explicou a mãe.
Vendo o sofrimento do único filho, os pais decidiram buscar um tratamento ortomolecular. Mas para conseguir esse tratamento, que minimizará o sofrimento de Kauan – principalmente com relação as dores - é preciso de no mínimo R$ 60 mil reais ao ano, ou seja, R$5 mil reais ao mês.
Infelizmente este é um tratamento que o Sistema Único de Saúde (SUS) não cobre, pois, os dois medicamentos necessários são importados.
“Conseguimos a liberação da importação pela Anvisa, com essa liberação estamos organizando para entrar na justiça para que a União custeie os medicamentos, pois o Kauan precisará deles por toda vida”, contou Daiana.
O pequeno Kauan precisa do medicamento com urgência, com muita dor diária ele não pode esperar a burocracia judicial.
Por isso a Equipe de Corredores Sub4 Runners se comoveu com a luta de Kauan e promoveu uma vaquinha virtual. Quem puder ajudar com qualquer quantia deve entrar nesse
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e doar.
E o grupo vai além, em dezembro irão realizar uma corrida beneficente para arrecadação, a data ainda não está definida, mas será na Cascalheira e terá todos os cuidados sanitários necessário.
Solidariedade não tem distância
Kauan não é de Três Lagoas, ele é da cidade de Lençóis Paulista, mas para ser solidário a esse menino não é necessário estar perto, a doação pode ser feita de qualquer lugar do Brasil e do Mundo.
Doe aqui!
Emily Custódio - Hojemais de Três Lagoas*