Saúde e Bem estar

Conheça os segredos da longevidade

Algumas práticas podem lhe proporcionar bem-estar e vitalidade durante a pandemia

Bruna Taiski
30/07/20 às 14h21

Viver bem, com qualidade de vida, saúde e até os 100 anos. Quem é que não quer? Até alguns anos, essa era uma realidade distante e, para alguns, até impossível. Atualmente, existem mais de 24 mil centenários no país, os dados sobre a expectativa de vida, agora, caminham lado a lado com a esperança de vida longa.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde 1940 a longevidade dos brasileiros vem aumentando gradativamente. Só para se ter uma ideia, há 79 anos, a expectativa de vida ao nascer era de 45 anos, sendo 42 para homens e 48 para as mulheres. Em 2020 a projeção aponta para 76 anos, sendo 73 para homens e 80 para as mulheres. Em termos gerais, considerando ambos os gêneros, o número representa um aumento de 31 anos no total.

O IBGE ressalta na pesquisa apresentada que, o número de pessoas acima dos 60 anos de idade no Brasil é de 21 milhões. Acima dos 75 anos, cinco milhões. E o grupo de indivíduos com 80 ou mais anos já soma três milhões de pessoas. A estimativa do IBGE é que em 2050, a população poderá ser de 172 idosos para cada 100 crianças.

Apesar de não existir uma receita ou fórmula mágica para a longevidade, a ciência tem mostrado que a adoção de determinados hábitos ao longo da vida contribui para frear, em partes, o processo de envelhecimento, aumentar os anos vividos e, de quebra, melhorar a saúde para poder aproveitá-los. Quer saber o segredo para viver mais e melhor? Continue lendo esta matéria exclusiva da Gente.

“O Ministério da Saúde disponibilizou o aplicativo Coronavírus – SUS de forma gratuita para download. A ferramenta traz dicas de prevenção e explica as formas de transmissão do vírus. Outra novidade é que o aplicativo permite fazer uma pré-triagem virtual com base nos sintomas que o usuário apresenta”.

Mais do que aumentar a expectativa de vida, certas práticas proporcionam vitalidade no presente e no futuro.

E a pandemia?

Os idosos formam o grupo que corre mais risco de desenvolver as complicações da covid-19. A orientação tem sido que eles fiquem isolados e os jovens, especialmente as crianças, mantenham distância das pessoas com mais de 60 anos.

A taxa de letalidade do vírus é considerada baixa, girando entre 2% e 3% no planeta, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Mais de 80% da população vai ter a doença e apresentar apenas sintomas leves. A situação muda com o avanço da idade: o índice sobe para 8% em pacientes de 70 a 79 anos e chega a 15% em maiores de 80, segundo estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China.

Diante da situação, famílias se veem divididas entre a saudade e a necessidade de preservar a vida de pais e avós. A recomendação dos especialistas é evitar visitas, mas ficar atento caso pais e avós necessitem de ajuda, principalmente com tratamentos médicos.

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