Saúde e Bem estar

Aprenda a distinguir se a escola está protegendo as crianças da Covid-19

Conheça as principais orientações para um retorno seguro

Matheus Renary
09/02/21 às 15h40

Em média, 2 a 3% dos casos de Covid-19 na infância necessitam de internação, com menos de 1% de taxa de mortalidade. Com a retomada das aulas aumentou-se a preocupação dos pais com as medidas de segurança. 

A Gente listou os principais pontos que todo pai, mãe ou responsável deve cobrar das instituições de ensino, uma vez que a infeção no ambiente escolar pode ser incomum se as medidas de distanciamento entre os alunos acontecerem aliadas ao uso de máscara e higiene das mãos. Confira a seguir:

Crianças e profissionais doentes não devem frequentar a escola, enquanto professores e alunos do grupo de risco devem ser mantidos em ensino remoto.

O corpo docente da escola e os pais devem consumir informações de fontes confiáveis para repercutir internamente com os alunos. A Organização Mundial de Saúde é uma boa referência a ser seguida.

A escola deve oferecer condições adequadas para higienização das mãos, bem como ensinar a maneira correta de fazê-la. A limpeza dos recintos e superfícies deve ser diária e, se possível, por turnos.

Além de manter os ambientes arejados, o distanciamento social deve ser mantido em todas as áreas da escola. O uso de máscara precisa ser obrigatório, assim como as orientações do uso correto e com trocas frequentes.

Por fim, as refeições precisam seguir todos os cuidados de distanciamento social e individualização dos utensílios utilizados, aliada ao ensino constante sobre a COVID-19.

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