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Médico veterinário: a profissão do amor

Longe de ser uma obrigação, a paixão pelos animais fez com que Jéssica e Luis Marcos seguissem os mesmos passos na hora de escolherem suas profissões

Rara Gente - Daniela Galli
17/05/22 às 08h00

Jéssica Fernanda de Oliveira Souza e Luis Marcos Sidraco da Silva formam uma casal que, além de dividir o afeto que sentem um pelo outro, ambos têm a mesma profissão: são médicos veterinários. 
Ela conta que a paixão pelos bichos existe desde sempre. “Eu fui criada no sítio do meu pai, no meio do pasto. Castrava potro, vacinava gado. Sempre tive muito contato com os animais, não era uma novidade para mim”. 

Logo a profissão que seguiria no futuro começou a tomar forma. “Nós tínhamos contato com animais doentes, fazíamos o tratamento e eles melhoravam, acho que isso me incentivou a ser veterinária também, apesar de nunca ter pensado em outra profissão”. 

Como hoje em dia os pets são considerados membros da família, o trabalho para ela e o marido deixa de ser uma obrigação. “É uma satisfação imensa, temos o prazer de cuidar dos bichinhos e ter a confiança de seus tutores”. 

E por falar em bichinho, eles também dedicam muito amor para a Pretinha, uma ‘senhorinha’ de 11 anos e para o Mailon, de três. “São as nossa grandes paixões. Eles vão pescar com a gente, andam de barco, são os amores das nossas vidas”.

 

No sítio do pai de Jéssica, que ela confessa que já tomou posse, ficam ainda outros cinco cachorros. Todos de grande porte e de raças variadas. A opção de deixá-los na propriedade rural foi para que tivessem mais liberdade e pudesse gastar energia.

A médica veterinária diz ainda que um dos casos que mais lhe chamou a atenção foi capaz de sensibilizar toda a equipe que trabalha com ela também. “Tratamos de um cachorro eu tinha 19 anos. Ele passou a vida inteira com o mesmo tutor, a despedida dos cães idosos é muito triste. Ver o tutor sofrendo mexeu com todos nós”.

Para quem vai começar o curso de medicina veterinária agora, Jéssica recomenda que a pessoa realmente pesquise sobre a profissão e veja se é este o caminho que deseja seguir. “É preciso saber que não basta só gostar de bicho, tem que lidar com sangue, óbitos. O melhor é conversar com um colega que já atua na área, acompanhar um pouco da rotina dele para saber se é isso mesmo que quer”.


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