Em tempos de maior liberdade e aceitação sexual, as pessoas têm inovado seus repertórios e experimentado coisas novas na cama. Porém uma destas experiências tem preocupado os especialistas da área da saúde: o sexo químico.
Conhecido também como chemical sex ou chemsex, o ato consiste em engatar comportamentos sexuais estando sob o efeitos de psicoativos. Em alguns casos, o sexo não chega mais a ser feito “sóbrio”, e as pessoas só transam após usarem drogas.
De acordo com o terapeuta sexual André Almeida, o principal motivo das pessoas se arriscarem na prática é porque querem ter novas sensações. “O sexo tem seu grau de reforçamento, mas quando você está sob o efeito de certas substâncias, aparecem questões como maior sensibilidade e até mesmo alucinações, que potencializam o momento”, explica.
