É importante destacar que os consultórios odontológicos seguem rigorosamente as medidas de biossegurança, a fim de restringir os riscos de infecção para a população e os profissionais de saúde bucal. “Já são adotados diversos protocolos com sólidas evidências científicas que permitem atender pacientes com várias patologias, como aids, hepatites e outras situações clínicas, em nossos consultórios”.
A medida de adiamento dos procedimentos eletivos só foi adotada em caráter emergencial, face à propagação da Covid-19.
Durante a pandemia, os tratamentos com finalidade estética, procedimentos ortodônticos que não envolvam traumas, restauração de dentes assintomáticos, bem como cirurgias eletivas para extração de dentes ou controle da periodontite, devem ser suspensos e só retomados após recomendação do profissional.
Já os casos de emergência odontológica, “cujo atendimento continua vigente, são aqueles que expõem o paciente a potencial risco de morte”. O cirurgião-dentista tem de estar a postos para agir nesses contextos.
Assim como nos casos urgentes, “que são aqueles que, embora não ofereçam risco iminente à vida, devem ser resolvidos prontamente”. Exemplos: dor de dente aguda, abscessos dentários ou periodontais que provocam dor localizada, fratura de dente com trauma no tecido mole bucal, tratamento odontológico prévio a procedimento médico e cáries extensas ou restaurações com problemas que estejam causando muita dor.
QUER SABER MAIS? Assista a entrevista completa no IGTV:
