Saúde e Bem estar

Anh? Pode repetir?

Cerca de meio bilhão de pessoas, quase 8% da população mundial apresenta perda de audição, e mais da metade das pessoas acima dos 75 anos são afetadas.

Por Dr. Augusto César Bernardes Miguel - Rara Gente
03/07/24 às 09h35

A maneira como você ouve pode impactar diretamente na sua qualidade de vida.

A perda de audição, é uma diminuição da capacidade de percepção dos sans, o que pode dificultar a compreensão e a comunicação. Pode ser identificada por meio de alguns sintomas que surgem ao longo do tempo, como: falar alto, assistir TV e ouvir música com altos volumes ou ter a sensação de que o ouvido está tampado.

Papais, fiquem atentos aos seus pequenos! Não apenas adultos apresentam problemas de audição. Embora menos de 2% das crianças com menos de 18 anos tenham perda auditiva permanente, em bebês e na primeira infância ela pode ser prejudicial ao desenvolvimento social e da linguagem. Por isso, hoje em dia, a triagem neonatal - teste da orelhinha, é obrigatória em todo território nacional. Nestes casos, a rápida intervenção é o melhor tratamento, independente de qual seja a forma de reabilitação indicada.

A presbiacusia, perda auditiva decorrente do envelhecimento, é a forma mais comum de distúrbio auditivo, porém há outras causas, como exposição frequente a ruídos sem uso de equipamentos de proteção individual, infecções recorrentes e alterações congênitas.

O diagnóstico é feito pelo otorrinolaringologista através da análise dos sintomas e do exame. clínico, avaliando o ouvido para determinar se existe alguma condição, como excesso de cera ou infecção, que possa estar causando a perda da audição.

Além disso, pode-se indicar o exame de audiometria para avaliar a capacidade auditiva. A perda auditiva é classificada de acordo com a intensidade sonora-docibóis, que o paciente consegue ouvir durante o exame, podendo ser: 

LEVE: 26 a 40 decibéis: dificuldade de entender a fala, além de não escutar o tic-tac de um relógio ou o cantar dos pássaros;

MODERADA: 41 a 60 decibéis: dificuldade de escutar conversas em grupo;

GRAVE: 61 a 80 decibéis: consegue identificar apenas ruídos fortes como um choro de criança, o aspirador de pó ou toque do celular no volume máximo;

PROFUNDA: 81 decibéis ou mais: não consegue mais ouvir sons, impedindo a comunicação e a compreensão da fala.

O tratamento irá depender da causa, podendo ser: lavagem de ouvido, caso exista excesso de cera: antibióticos, em casa de otites, ou a reabilitação auditiva seja o aparelho de audição ou dispositivos cirúrgicos, como o implante coclear.

Fique atento aos sinais! O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento. Em caso de dúvidas, procure seu otorrinolaringologista.

Confira o artigo completo na edição de n° 98 da revista Rara Gente:

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