Saúde e Bem estar

A paixão compartilhada pela família Kadota

Pai, mãe e filhos, a família adora se divertir em passeios de bike.

Bruna Taiski
28/06/19 às 13h00
Marcelo Kadota pedala na companhia da esposa - Gisele Yamaguchi Bicalho, de 34 anos; de Davi Bicalho Kadota - 07 anos e Matheus Bicalho Kadota - 06 anos. (Rara Gente)

Quando o fim de semana se aproxima, a família de Marcelo Kadota – 38 anos - já sabe: é hora de colocar os capacetes, calibrar os pneus das bicicletas e sair pedalando pelos arredores do Balneário Municipal de Três Lagoas. Foi ele, o pai, quem trouxe o hábito para casa, há cerca de dois anos. Hoje, Kadota pedala na companhia da esposa - Gisele Yamaguchi Bicalho, de 34 anos; de Davi Bicalho Kadota - 07 anos e Matheus Bicalho Kadota - 06 anos.

“Nós gostamos de praticar esportes; não só pedalar... Corremos, fazemos exercícios, tudo juntos. Quando vou para as competições, eles estão lá torcendo por mim” - conta Marcelo.

Nascido em Guarulhos – Estado de São Paulo - mudou-se para Três Lagoas há 7 anos e começou um trabalho distante 12 quilômetros de casa.  “Comprei a bicicleta para ir trabalhar – pensando no sedentarismo – e comecei a pegar gosto pelo ciclismo. Fui melhorando o desempenho da bike e acrescentando equipamentos conforme o dinheiro dava”.

A esposa interessou-se pela modalidade, recentemente; além de passar um tempo saudável em casa com a família, estar ao ar livre, sentir o cheiro das árvores, a brisa do vento e o calor do sol é um contato importante e fundamental. “As crianças adoram pedalar; o que eu mais gosto é de estar com eles, e... Pedalando é melhor ainda!” - diz.

Até o momento, Marcelo é o único Kadota a competir profissionalmente; ele já viajou para Dracena, Tupã, Presidente Prudente, Junqueirópolis, Araçatuba, Paranaíba - entre outras cidades - para participar dos desafios Mountain Bike. Entre os mais inesquecíveis estão: o Desafio Cidade das Águas, Desafio Paranaíba, Desafio Brasilândia, o Pata de Onça, Desafio Soca Bota e os três anos de Copa ABD.

Mas, o que o ciclista sempre recorda com o coração cheio de carinho é o Caminho da Fé - uma rota brasileira de peregrinação em meio à natureza capaz de fascinar tanto fiéis como os céticos. “São 430 km de muita subida;  é muito desafiador e prazeroso de completar”.

Sobre as expectativas dentro do ciclismo, ele é certeiro na resposta: “dedicação”. “Treinar para melhorar a cada dia! Não adianta ter uma bike de 29 mil reais sem treino! A minha eu paguei R$3.200 - na época fiz algumas mudanças; mas, continuo sendo o cara da bike fraquinha que treina muito” – diverte-se. 

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