Desde que a vida cotidiana adquiriu uma ‘extensão’ virtual, as mídias sociais passaram a ser uma esfera de convivência, produção de trabalho, conhecimento, cultura etc. Essa modernização tem seus lados positivos e negativos, e com a possibilidade de acessar todo um mundo com a palma da mão, o celular adquiriu um protagonismo na sociedade.
Mesmo antes da pandemia, já havia uma porcentagem altíssima de brasileiros com acesso a um celular para uso pessoal - 81,4% em 2019, e esse número cresceu ainda mais até 2021 - 84,4%.
Principalmente após o lockdown, cresce a preocupação dos profissionais da saúde mental em relação às consequências psicológicas do uso intenso do celular. As redes sociais são desenhadas para manter o usuário mais tempo no aparelho e se tornam uma fonte rápida de dopamina. Seja pela impressão de sociabilidade, pelo entretenimento de fácil acesso e ‘personalizado’ pelo algoritmo ou até mesmo pelo engajamento em conteúdos alarmantes e negativos.
Se você é uma pessoa que percebe os impactos negativos das mídias sociais no seu cotidiano e gostaria de aproveitar as ferramentas que estão disponíveis de forma mais saudável, algumas estratégias podem ser usadas para reduzir o uso.
