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Beatriz Freire: “Não havia outra profissão que me representasse melhor”

Beatriz de Castro Freire, de 24 anos, é bacharel em Dança pela Universidade Federal de Uberlândia

Daniela Galli
02/02/23 às 08h00

Prazer, felicidade, alegria: são alguns dos sentimentos e sensações despertadas quando o nosso corpo começa a se movimentar ao som de uma música. Seja ela qual for. É como se a alma sorrisse tanto por dentro, ao ponto de não conseguir esconder e faz transbordar para o organismo inteiro.

São essas as sensações descritas também por quem pratica dança há muitos anos. Até para aqueles que fazem dela uma profissão. Eles fazem por amor, por paixão e pelo prazer de dançar.

A prefeitura de Três Lagoas, sob a coordenação do professor e bailarino Jimmy Elliot, oferece gratuitamente aulas de dança para crianças e adolescentes. Ele mesmo explica os benefícios que qualquer modalidade pode trazer para a vida de cada uma delas: disciplina, postura, coordenação motora, fortalecimento muscular, consciência corporal entre tantos outros.

Algumas alunas dele já estão trabalhando com a dança fora do país, outras passaram por doenças graves como câncer e depressão e conseguiram força para vencê-las devido à ajuda que a dança deu à saúde mental delas.

Da graduação para a vida

Alguns dos bailarinos que entrevistamos aqui são a prova de que o amor pela dança é tão grande que a prática ainda é pouco. É preciso estudar tudo mais a fundo. Foi o que aconteceu com Beatriz de Castro Freire de 24 anos. Bacharel em Dança pela Universidade Federal de Uberlândia, ela conta que começou a dançar com três anos, conheceu várias modalidades e já aos 12 anos auxiliava a professora de ballet dentro da aula. “Não havia outra profissão que me representasse melhor”.

Beatriz explica que o Bacharel em Dança sai da graduação apto a atuar de diversas formas como: bailarino, coreógrafo, diretor de espetáculos, preparador corporal, produtor e executor de projetos artísticos e culturais, dentre outros. Também é possível trabalhar ainda como educador em espaços não-formais de ensino.

Dentre as disciplinas cursadas, ela revela que gostou muito da dança contemporânea. “Foram quatro semestres de aula. Eu aprendi a exercitar o meu lado de intérprete-criadora, a ter um pensamento crítico e criativo sobre a dança que busco desenvolver”.

Assim como em qualquer outra profissão, Beatriz revela que a dança requer muito estudo, prática, aperfeiçoamento e determinação. “Não é fácil escolher viver de arte, principalmente da dança. Mas se é a profissão que você ama, abrace-a e seja feliz”.  

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