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O amor fiel entre Nina, Luna e a família da Fernanda!

Cachorros podem nos ensinar muitos valores. Saiba o porquê!

Bruna Taiski
01/09/20 às 11h30

Ter um cachorro em nossas vidas é sinônimo de alegria, afeto e muita bagunça! A companhia desses bichinhos faz muito bem a nossa alma. É como ter um amigo para a vida toda, que podemos ter a certeza de sua companhia e fidelidade. A esperta pug Nina – 05 anos – e a carinhosa Luna – 02 anos – da raça buldogue francês, completam a família da bioquímica Fernanda, ensinando aos seus filhos o valor da amizade.  

Fernanda é casada com o médico Rodrigo Melão e tem três filhos, dois meninos Pedro Augusto de 7 anos, Lucas Augusto de 2 anos e Ana Laura, o anjinho que foi morar no céu junto de Deus. Ela conta que a Nina chegou para fazer companhia ao Pedro e Luna foi uma surpresa do marido. “A Luna foi no susto, pois meu esposo apareceu com ela em casa na semana que o Lucas ia nascer. Quase surtei!”

Cachorros são animais muito afetivos. E carinho não falta nesta família!  “Meus meninos abraçam e beijam muito! O Lucas mais ainda, pois o Pedro tem alergia ao pelo. As cachorras são muito carinhosas com os meninos, nunca morderam eles, pelo contrário, mesmo recebendo abraços apertados elas respondem com uma lambida no rosto”.

Rodrigo, Fernanda, Pedro e Lucas.

Crianças com pets em casa aprendem desde cedo as noções de responsabilidade, já que elas exercitam questões relativas à compaixão, empatia e lealdade. Ter um animal que precisa de atenção faz com que pratiquem todos os dias o respeito ao próximo. “A Nina e a Luna nos ensinam a ter respeito e amor por elas e por todos os seres vivos... É impossível não fazer um cafuné com aquelas carinhas que elas fazem. Elas são muito dóceis, quietinhas, quase não latem”.

Fernanda conta os perrengues que passou com elas, hoje ri e revela que a vida seria diferente sem a ‘cãopanhia’ da Nina e Luna.

“Elas tomam banho toda semana no pet, a proprietária busca e traz elas em casa de carro, e um dia ela não encostou o portão direito. Depois de uns cinco minutos, comecei gritar por elas e nada, quando fui na frente da casa e vi o portão aberto fiquei desesperada e comecei olhar na rua gritando igual uma louca pelo nome delas, já imaginando que elas tinham saído para rua ou alguém roubado”.

“Comecei a chorar e entrei em casa para ligar para o meu esposo, quando vi estavam deitadas na sala curtindo o ar condicionado! O alívio foi imenso... Neste dia eu percebi o quanto esse amor é grande, verdadeiro e que elas são importantes demais para mim e a família”, finaliza.

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