Os testamentos, de Margaret Atwood
Em Os testamentos, Atwood retoma a história quinze anos depois que Offred seguiu em direção ao desconhecido a partir dos surpreendentes testamentos de três narradoras femininas de Gilead: tia Lydia, Agnes e Daisy.
Essa quarentena tem sido uma boa oportunidade para fazeremos o que sempre deixávamos para trás. E por falar nisso, se você foi uma daquelas pessoas que planejou ler um livro por mês este ano e ainda não terminou nenhum, não se preocupe! Foi pensando nisso que trouxemos uma lista com as mais diversas obras para você colocar sua leitura em dia, vem com Gente...
O primeiro dia do resto da nossa vida, de Kate Eberlen
Tess e Gus foram feitos um para o outro. Só que eles não se encontraram ainda, traçando rumos diferentes, cada um vai descobrir os prazeres da juventude, enfrentar problemas familiares e encarar as dificuldades da vida adulta. Separados pela distância e pelo destino, tudo indica que é impossível que um dia eles se conheçam de verdade... ou será que não?
Os testamentos, de Margaret Atwood
Em Os testamentos, Atwood retoma a história quinze anos depois que Offred seguiu em direção ao desconhecido a partir dos surpreendentes testamentos de três narradoras femininas de Gilead: tia Lydia, Agnes e Daisy.
Pequeno manual antirracista, de Djamila Ribeiro
Neste pequeno manual, a filósofa e ativista Djamila Ribeiro trata de temas como atualidade do racismo, negritude, branquitude, violência racial, cultura, desejos e afetos. Em onze capítulos curtos e contundentes, a autora apresenta caminhos de reflexão para aqueles que queiram aprofundar sua percepção sobre discriminações racistas estruturais e assumir a responsabilidade pela transformação do estado das coisas.
A Arte Sutil de Saber Dizer que se F*da, de Mark Manson.
Cheio de humor, ao longo dos nove capítulos vemos aspectos essenciais da vida serem abordados a partir de um ponto de vista original. O leitor que aceitar o desafio proposto pela leitura certamente sairá com um olhar "fora da caixinha" porque o que Mark Manson faz é desconstruir lugares comuns.
Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector
A obra reúne 25 textos curtos e tem como tema o amor, a família, a solidão, a estranheza, as angústias existenciais e o descompasso com mundo. Felicidade foi lançada em 1971 -, mas merece ser lembrada aqui devido a sua beleza e profundidade.