Dra. Maria Angélica Gorga

Como o hormônio da ocitocina contribui para a saúde da pele? - Entenda!

A ocitocina conhecida também como hormônio do amor, é uma grande aliada para melhora do humor, da interação social, redução da ansiedade e aumento da ligação entre parceiros. E agora em estudos recentes ela também apresentou benefícios para área dermatológica. Quem esclarece o assunto é a dermatologista Dra. Maria Angélica Gorga.

Julia Rafaela  - Hojemais Três Lagoas 
16/03/21 às 21h30

Hoje, o mercado estético possui uma infinidade de produtos e informações em relação a saúde da pele, visto que a principal função desse órgão é proteger o nosso corpo das bactérias, vírus e principalmente da poluição e substâncias químicas com as quais estamos em contato direto no dia a dia. Diante desse cenário, é comum a procura constante por soluções eficazes e seguras no combate ao envelhecimento e à cicatrização da pele. 

Recentemente, a ocitocina que é mais conhecida como hormônio do amor, devido ao seu papel para a melhora do humor, foi citada como a mais nova aliada na área dermatológica, isso porque segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia estudos atuais mostram que o hormônio apresenta efeitos antienvelhecimento sobre o fibroblasto e indicam que esta pode ser utilizada como agente no tratamento do envelhecimento cutâneo (decorrente da passagem do tempo). 

Além dessa ação poderosa contra o envelhecimento, é possível também encontrar outros estudos que vão além, demonstrando que o hormônio apresenta efeito anti-inflamatório e ação cicatrizante com regeneração da microvascularização da pele. Sendo assim, é possível identificar cada vez mais evidências de que a ocitocina tem ação no tratamento do envelhecimento cutâneo, da jovialidade e em diversos campos da medicina.

Felicidade x beleza qual a relação? 

Você já percebeu que uma pessoa feliz e alegre é naturalmente mais bonita? – Bom, isso ocorre porque o cérebro reage positivamente aos sinais de felicidade, que funcionam como códigos de comunicação trocados entre os indivíduos. 

Sendo assim, o nosso cérebro interpreta a felicidade como um sinal de atração e consequentemente ele passa a achar mais bonito os indivíduos bem-humorados e que transmitem coisas boas. Com isso, é possível afirmar que uma pessoa feliz e sorridente produz ocitocina não apenas para si, mas estimula a produção do hormônio e sensações positivas também em quem está por perto e interagindo positivamente com ela – ou seja, a beleza e o bom-humor são literalmente contagiantes e estão atreladas. 

De acordo com a dermatologista Dra. Maria Angélica Gorga (CRM:1947 / RQE:1035), a ocitocina é muito relacionada a busca pela beleza, no entanto, ela se apresenta em dois tipos de pacientes diferentes, são eles: 

  • Os que querem controlar o tempo e o envelhecimento, buscando procedimentos estéticos com alta frequência para se manterem com aparência mais jovem;
  • E os que não brigam com os sinais do tempo e querem amadurecer com beleza, mas naturalidade – e, por isso, procuram tratamentos para, por exemplo, amenizar manchas, rugas, flacidez.

“Se uma pessoa quer envelhecer bem, ela deve procurar manejar o envelhecimento natural por meio de ações preventivas e isso engloba a prática de atividades físicas, alimentação equilibrada e correta, construção de relações afetivas e sociais que sejam harmônicas, e também a realização de procedimentos estéticos para tratamento dos sinais de envelhecimento, mas sem perder naturalidade e sem transformações radicais” – esclarece a dermatologista. 

Vale ressaltar, que a procura por tratamentos dermatológicos nos consultórios por parte dos homens também ganhou um aumento, e acredita-se que isso seja um reflexo das mídias sociais. No entanto, existe uma outra porcentagem que procura os tratamentos para ter uma boa aparência e competir no mercado de trabalho e também por motivações afetivas.

“Diante desse cenário, é papel do médico (a) sugerir os tratamentos adequados a cada indivíduo, bem como alertar sobre exageros na busca constante pela juventude e identificar pacientes que apresentem distúrbio de imagem (Transtorno Dismórfico Corporal)– Acrescentou a dermatologista. 

Reposição de bem-estar

A produção de ocitocina tende a reduzir com o passar dos anos, no entanto é possível fazer a reposição do hormônio por meio da administração intranasal. Além disso, é possível aumentar sua produção por meio de métodos naturais, que acarretam na produção de outros hormônios e neurotransmissores benéficos para a saúde geral. 

“A melhor forma para aumentar a produção da ocitocina refere-se a prática de exercícios físicos, visto que as principais substâncias envolvidas na sensação de bem-estar e felicidade são a endorfina, a dopamina, a serotonina e a ocitocina” – acrescentou. 

De acordo com a dermatologista, é importante ressaltar que níveis altos ocitocina não necessariamente significam uma pele mais bonita e saudável, isso porque a saúde da pele também depende de outros fatores, como a questão hormonal, cuidados com a exposição solar, o tabagismo e a poluição, além de fatores genéticos (envelhecimento intrínseco). 

Entretanto, quem tem uma vida mais tranquila e a encara de forma mais leve, provavelmente envelhecerá mais devagar, desde que considere todos os outros fatores envolvidos no processo de envelhecimento.

*Com informações da Sociedade Brasileira de Dermatologia 

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Dermatologista com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, A Dra Maria Angélica Gorga atua em dermatologia clínica, cirurgias dermatológicas e procedimentos estéticos. Possui sólida formação e é professora conceituada do curso de medicina na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. Aliando conhecimento, ampla experiência e tecnologia de ponta, disponibiliza o que há de mais inovador e eficiente em tratamentos dermatológicos, visando os melhores resultados para os seus pacientes. Com mais de 30 anos de experiência e em constante atualização, a Dra Maria Angélica é hoje uma referência em atendimento de qualidade em Três Lagoas.

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