O Museu Nacional (MN) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) reabre nesta quarta-feira (2) as portas de forma temporária, marcando a primeira visitação pública ao local desde o trágico incêndio ocorrido em 2018 que destruiu grande parte do acervo do museu, um dos mais importantes da América Latina.
A reabertura faz parte da programação especial intitulada “Entre Gigantes – uma Experiência no Museu Nacional”, que convida o público a visitar três ambientes restaurados no Paço de São Cristóvão, sede histórica do museu.
A exposição gratuita estará aberta ao público por dois meses, de 2 de julho a 31 de agosto, com visitas disponíveis de terça a domingo, em seis horários diários: 10h, 11h, 12h, 13h, 14h e 15h.
Entre os destaques da experiência, os visitantes poderão observar o avanço das obras de restauração do palácio, o icônico meteorito Bendegó, que sobreviveu intacto ao incêndio, e o imponente esqueleto de uma baleia cachalote com 15,7 metros de comprimento, afixado na claraboia do edifício.
A exposição também conta com obras do artista indígena Gustavo Caboco, reforçando o compromisso do Museu com a diversidade cultural e científica.
A mostra é promovida em parceria com o projeto Museu Nacional Vive, uma cooperação entre a UFRJ, a UNESCO e o Instituto Cultural Vale, que atuam conjuntamente no processo de reconstrução da instituição. O Ministério da Educação (MEC) já repassou R$ 50,6 milhões entre os anos de 2023 e 2024 para as obras de reestruturação.
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