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Namastê: Cristiane Zupa fala sobre experiências de voluntariado na Índia

Por terra, céu ou mar - em cada viagem a história da nossa vida é reescrita.

Bruna Taiski
02/07/19 às 08h00
Santuário dos Elefantes em Jaipur. (Arquivo Pessoal)

Cristiane Zupa Camargo pousou em Goa, no litoral da Índia - um lugar de águas quentes e cristalinas do Mar Arábico, no Oceano Índico. Seria só vestir a roupa de banho e se jogar mar adentro certo? Não foi bem assim. A sua visita à terra dos hindus teve um motivo nobre; ela ficou 21 dias voluntariando em um projeto que cuida de crianças com baixa nutrição – e, no período da tarde subia a favela de Margao - para voluntariar na ação de Empoderamento Feminino.

A experiência melhorou não somente a vida de outras pessoas, como também recarregou as energias de Cristiane. Após esse trabalho, ela decidiu realizar um retiro espiritual por 13 dias, em quatro cidades diferentes. “O que eu mais gostei de visitar foram os templos - de todas as religiões - e o santuário dos Elefantes em Jaipur - no Rajastão”.

Foram 34 dias no país, contemplando belas paisagens, entrando em questões mais profundas da existência, da felicidade, dos sonhos e do que a motiva a viver a cada dia. “Meu melhor momento lá, foi quando eu realmente entendi o real sentido da expressão “Empoderamento Feminino” - pude ver e presenciar a forma como as mulheres indianas estavam tentando superar os problemas e obstáculos diários para serem alguém e poderem viver com dignidade” - relata.

O planejamento durou um ano. Cris buscou ajuda em uma agência de viagens que a auxiliou em todos os detalhes. Foi um longo período de organização, mas sem dores de cabeça. Animada ao mostrar à nossa equipe as fotos dos momentos que registrou, ela nos deixa dicas de lugares que arrancam suspiros.

“Visite o Spice Market em Nova Delhi; o templo Sikhi Gurudwara Bangla Sahib e o National Museum. Em Jaipur o Santuário dos Elefantes, Fort Amber e Palácio Amber. Em Agra: Taj Mahal - sem dúvida; em Mumbai: Portão da Índia, Taj Mahal Palace e o Templo do Lord Ganesha”.

Os hindus usam a palavra namastê como uma forma de saudação e despedida. Também serve para agradecer, pedir permissão, oferecer respeito... Para ela, o grande aprendizado da viagem foi justamente esse: a gratidão. 

“Levo dessa experiência na Índia duas coisas: o valor do tempo e o real sentido da palavra gratidão; não que eu não era grata... Mas, o verdadeiro sentido foi lá aprendi... ser grato pelo que se tem e pelo que não se tem; pela vida; por coisas simples e por ser quem sou”.

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Taj Mahal (Arquivo Pessoal)
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