5 filmes com professores incríveis para celebrar o Dia do Professor
Separamos algumas histórias que mostram como os professores podem transformar vidas.
Bruna Taiski
15/10/20 às 07h47
Nenhum a menos (1999)
Nesta quinta-feira (15), é celebrado o Dia Mundial do Professor, instaurado pela UNESCO em 1994. E essa data é o momento ideal para enfatizarmos como a educação é insubstituível.
Para entender melhor esse discurso tão repercutido nos dias atuais, separamos oito filmes que mostram como o trabalho de um professor é marcante no desenvolvimento do ser humano. Ah, e já pode separar o lencinho, viu? Essa lista traz longas bem emocionantes.
1. A voz do coração
Feita pelas mãos do diretor francês Christophe Barratier, a trama é um retrato tocante daquele professor que mudou a sua história. Do educador que, mesmo indiretamente, ajudou a escolher o que gostaria de fazer para o resto da vida por ser um exemplo admirável na profissão.
A história começa com Pierre Morhange, um músico renomado que está prestes a se apresentar em mais um concerto quando, de repente, recebe a notícia de que sua mãe, Violette, faleceu. Para lidar com a situação, ele retorna a sua cidade natal e acaba reencontrando um amigo de infância, Pepinot.
Ao se deparar com ele, Pierre relembra do internato em que passaram boa parte da juventude, o “Fundo do Poço”. Só que mais do que as duras lembranças de repreensão, ele se recorda do professor Clarent Mathieu, o mestre que fez aflorar sua paixão pela música.
2. Como Estrelas na Terra – Toda Criança é Especial
De um jeito muito delicado, o longa de 2007 mostra como um professor sensível e preparado pode mudar completamente a vida de uma criança. Na trama, o garotinho Ishaan Awasthi, de nove anos, sofre de dislexia e já repetiu o terceiro período no sistema educacional indiano.
Sempre incompreendido pelos pais e por outros educadores, um professor substituto de artes percebe que a dificuldade de Ishaan para aprender não é por preguiça ou falta de vontade.
Além de ser uma história sobre a importância de olhar cada aluno individualmente, o filme também é uma porta para a discussão sobre a dislexia – um distúrbio de aprendizagem delicado e que, muitas vezes, não é reconhecido pelos profissionais da educação.
3. Escritores da Liberdade
Ambientado em 1992, “Escritores da Liberdade” mostra como a escola pode ser um local seguro e de integração. A história, baseada em fatos reais, mostra como a professora recém-formada Erin Gruwell, interpretada por Hilary Swank, conseguiu fazer com que alunos negros, brancos, hispânicos e asiáticos construíssem uma relação de empatia e, até mesmo amizade, diante de um sociedade que os incentivava a se odiarem.
Como podemos perceber no trailer, isso só é possível porque Erin deixou os métodos educativos padrão de lado e pediu para que cada aluno contasse sua história.
A atitude da professora fez com que aqueles que tinham mais privilégios reconhecessem como eram favorecidos pelo sistema e tivessem mais empatia pela dor do outro, além de dar voz para quem nunca havia sido ouvido por meio da escrita.
4. O Sorriso de Monalisa
Com Júlia Roberts responsável por dar vida à personagem principal, Katherine Watson, a trama mostra a trajetória da professora recém-formada escolhida para lecionar na prestigiada escola Wellesley College – apenas para mulheres.
Se de primeiro momento, ser contratada em tal colégio parece uma grande conquista acadêmica, Katherine logo percebe o grave problema ali. Mais do que pedir para que educadores ensinam matérias comuns para as meninas, a escola exige uma doutrina de ensinamento para que elas sejam boas esposas e mães eficientes – um reflexo intenso da década de 50, época em que o filme é ambientado.
Ao perceber esse cenário, a protagonista reunirá toda sua força para ajudar a desconstruir essa ideia de que a mulher vive para satisfazer o homem, e mostra que a educação pode ser uma grande aliada para termos consciência disso.
5. Nenhum a menos
Quando o professor da escola primária de uma pequena aldeia rural em Shuiquan tem que se afastar do trabalho por um mês, a única pessoa que pode substituí-lo é Wei (Wei Minzhi), uma tímida jovem de 13 anos sem experiência alguma na arte de lecionar. Ela recebe a restrita ordem de que deve manter todos os alunos na escola e não deixar nenhum partir. Teimosa, ela fará de tudo para cumprir o plano, algo prova ser mais difícil do que parece quando o pequeno Zhang (Zhang Huike) é obrigado a deixar a aldeia e ir para cidade a fim de arrumar um trabalho. Contando com o apoio de seus alunos, a determinada professora vai a pé atras de seu aluno perdido e não vai desistir até trazê-lo de volta.