Dra. Joana Alexandria

Dra. Joana Alexandria responde: acne da mulher adulta, quais as causas e como tratar?

Dentro dos consultórios dermatológicos, a acne é uma das principais ocorrências, capaz de gerar muitas dúvidas e incômodos, principalmente entre as mulheres adultas, tendo em vista que o problema impacta na estética e muitas vezes na auto-estima feminina.

Julia Rafaela  - Hojemais Três Lagoas 
20/05/21 às 19h00

Quando falamos em acne, conhecida popularmente como as famosas espinhas, é comum fazermos uma ligação direta com o período da puberdade, aquele momento da adolescência onde o corpo passa por algumas mudanças biológicas e fisiológicas. Entretanto, a acne não se restringe apenas a essa fase, podendo surgir também na fase adulta. 

Segundo a médica dermatologista Dra. Joana Alexandria (CRM/MS 11450 - RQE 6969), a condição é uma das principais ocorrências dentro consultórios dermatológicos, que gera dúvidas e incômodos, principalmente entre as mulheres, tendo em vista que o problema impacta na estética e muitas vezes na auto-estima da mulher adulta. 

O que é a acne da mulher adulta?

De acordo com a especialista, esse tipo de acne é muito comum após os 25 anos, e geralmente acomete as mulheres que nunca tiveram acne. Além disso, existem diversos fatores responsáveis por desencadear o problema. 

“Nessa fase, o surgimento das espinhas pode ter simplesmente uma causa ambiental, como a exposição em excesso a luz solar, estresse, fumo e alimentação inadequada. Mas ocorre também a possibilidade das acnes estarem interligadas às mudanças hormonais ou a síndrome do ovário policístico” – explicou.  

A dermatologista acrescentou ainda que quando desencadeada mais tardiamente, geralmente as espinhas comprometem mais a área do pescoço e o terço inferior do rosto - a região da mandíbula e linha de transição do rosto para o pescoço. 

Como é feito o tratamento? 

Para a médica, o primeiro passo é buscar um auxílio dermatológico, pois as formas de tratamento são muito individuais e vai depender da real causa, sendo assim é necessário uma avaliação profunda da pele. 

“Apesar dessas inúmeras possibilidades na hora do tratamento, é comum o uso de produtos tópicos, como retinóides, ácido azeláico, alfahidroxiácidos, niacinamida, lipohidroxiácidos e peróxido de benzoíla. Além disso, o tratamento pode ser associado a outros procedimentos, como os peelings e à terapia com LEDS, especialmente as que utilizam luz azul e vermelha, que possuem ação anti inflamatória e cicatrizante” acrescentou. 

Por fim, a especialista ressaltou a importância de estar sempre alinhada com uma dermatologista, pois o tratamento é possível e se feito de maneira correta e orientada pode ser muito eficaz para resolução do problema. 

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