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Vem dançar com a Gente!

Tanto para o corpo como para a alma, a dança mostra que não há limite de idade e que você pode começar ainda hoje se quiser

Daniela Galli
05/01/23 às 09h00

Prazer, felicidade, alegria: são alguns dos sentimentos e sensações despertadas quando o nosso corpo começa a se movimentar ao som de uma música. Seja ela qual for. É como se a alma sorrisse tanto por dentro, ao ponto de não conseguir esconder e faz transbordar para o organismo inteiro.

São essas as sensações descritas também por quem pratica dança há muitos anos. Até para aqueles que fazem dela uma profissão. Eles fazem por amor, por paixão e pelo prazer de dançar.

A prefeitura de Três Lagoas, sob a coordenação do professor e bailarino Jimmy Elliot, oferece gratuitamente aulas de dança para crianças e adolescentes. Ele mesmo explica os benefícios que qualquer modalidade pode trazer para a vida de cada uma delas: disciplina, postura, coordenação motora, fortalecimento muscular, consciência corporal entre tantos outros.

Algumas alunas dele já estão trabalhando com a dança fora do país, outras passaram por doenças graves como câncer e depressão e conseguiram força para vencê-las devido à ajuda que a dança deu à saúde mental delas.

Nos próximos dias vocês vão conhecer exemplos de pessoas que praticam esta atividade física há muitos anos e são verdadeiras inspirações, não só para quem também se dedica às coreografias há bastante tempo, mas também para quem quer começar agora.

Um grande clássico

Além da disciplina, segundo o professor Jimmy Elliot, o ballet proporciona fortalecimento muscular, raciocínio rápido - para ouvir a música e executar os passos no tempo certo - além de ajudar a desenvolver a lateralidade e a consciência corporal. ‘O trabalho feito com crianças e adolescentes hoje, vai auxiliá-las pela vida inteira”.

A pedagoga Simoni Cavaltanti Perfler Rocha, de 53 anos, não fez aulas de ballet quando pequena, mas decidiu que ainda estava em tempo de aprender. Começou em 2016 e desde então colhe ainda os benefícios que a atividade física lhe proporciona.

“Desde pequena a dança me atraía, porém o ballet não estava na minha lista, mas eu fui conquistada ainda na aula experimental; foi amor à primeira vista”. Depois de um ano fazendo aulas através do projeto oferecido pela prefeitura, Simoni descobriu um câncer de mama e teve que se afastar dos treinos para realizar o tratamento. “Voltei nove meses depois, ainda fraca e carequinha - devido aos efeitos da quimioterapia, mas perseverei na prática. Sou bailarina!” .

Ela diz ainda que se sente como uma dançarina profissional feito Ana Botafogo e afirma com toda a convicção que “nunca é tarde para começar a dançar desde que o prazer esteja envolvido em cada passo”.

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