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Thiago Ramalho: “Dançar é transformador”

A bailarina Lana Celine Lima de Souza, de 26 anos, procurou a dança inicialmente para emagrecer

Daniela Galli
26/01/23 às 09h00

Prazer, felicidade, alegria: são alguns dos sentimentos e sensações despertadas quando o nosso corpo começa a se movimentar ao som de uma música. Seja ela qual for. É como se a alma sorrisse tanto por dentro, ao ponto de não conseguir esconder e faz transbordar para o organismo inteiro.

São essas as sensações descritas também por quem pratica dança há muitos anos. Até para aqueles que fazem dela uma profissão. Eles fazem por amor, por paixão e pelo prazer de dançar.

A prefeitura de Três Lagoas, sob a coordenação do professor e bailarino Jimmy Elliot, oferece gratuitamente aulas de dança para crianças e adolescentes. Ele mesmo explica os benefícios que qualquer modalidade pode trazer para a vida de cada uma delas: disciplina, postura, coordenação motora, fortalecimento muscular, consciência corporal entre tantos outros.

Algumas alunas dele já estão trabalhando com a dança fora do país, outras passaram por doenças graves como câncer e depressão e conseguiram força para vencê-las devido à ajuda que a dança deu à saúde mental delas.

Nos próximos dias vocês vão conhecer exemplos de pessoas que praticam esta atividade física há muitos anos e são verdadeiras inspirações, não só para quem também se dedica às coreografias há bastante tempo, mas também para quem quer começar agora.

O corpo como ele realmente é

A bailarina Lana Celine Lima de Souza, de 26 anos, procurou a dança inicialmente para emagrecer. Thiago Ramalho, bailarino, professor de dança e coreógrafo, de 40, sempre se envolveu em projetos artísticos quando estava na escola. Em comum eles trazem ainda o amor por esta prática desde muito pequenos.

Ambos passaram não somente pelo ballet clássico, mas também pelo jazz. Porém foi na dança contemporânea que eles realmente fincaram raízes. “Os passos me mostraram como explorar meu corpo do jeito que ele é e como usar e potencializar as outras técnicas que eu já conhecia”, explica Lana.

Ramalho diz que os benefícios são incontáveis, tanto para o corpo como para a alma. “Passamos a ter um autoconhecimento profundo sobre o nosso corpo e sobre nós mesmos, muitas vezes quebramos vários obstáculos em relação a isso”. “A dança define, tonifica, traz elasticidade, força, resistência, mas também leveza, criatividade e aumento da autoestima”, complementa a bailarina.

Os dois são taxativos ao dizer que nunca é tarde para aprender a dançar. Para eles é preciso ir com medo mesmo, sem pensar no que não sabe fazer ou de parecer ridículo. “Ninguém consegue nada sem treino e dedicação”, diz Lana. “Todo mundo pode praticar. Dançar é transformador! ” , finaliza Ramalho.

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