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Rara Gente: O espelho de uma sociedade

Ao publicar sua centésima edição, celebramos as marcas consumadas em 20 anos encantando a comunidade três-lagoense.

Ana Maria Barbosa - Rara Gente
11/03/25 às 16h34

Chegamos ao número 100! Neste momento histórico e icônico, a Rara Gente recorre a balanços da trajetória, dos acontecimentos que nos trouxeram a esse momento, enaltecendo as pessoas que passaram pelas 100 edições.

Com quantas linhas se descreve esta trajetória? Com quantos personagens, fatos e emoções se escreve esta história? Quantas toneladas de papel e litros de tinta foram necessários para imprimir uma publicação, ao longo de 100 edições? Quais parâmetros e indicadores devem ser utilizados para avaliar o sucesso da publicação?

Para tantas perguntas, temos a certeza de que uma resposta aglutinadora, que fala menos em números e mais em conceitos, é adequada: com compromisso, ética, gentileza, profissionalismo e criatividade de muitas mãos, olhos, intelectos e corações, pudemos chegar até aqui. Com uma visão clara de oferecer soluções para atender demandas e de que, sem um toque de ousadia e glamour, a comunicação tradicional de um impresso, mesmo há duas décadas, não decolaria. Decolamos.

Tudo começou com a Criativa Gente, uma publicação modesta, focada mais em conteúdo jornalístico e temático, uma pitada de eventos sociais e anúncios locais. A empresa, que hoje é o Grupo Agitta de Comunicações, contava com um jornal, a gráfica Criativa e a lista telefônica Acha Fácil e alguns pontos de outdoor, quando detectou a lacuna por uma publicação que focasse pessoas, o que elas estavam fazendo de importante na comunidade, tendências de comportamento e consumo, ao mesmo tempo em que oferecesse bom espaço publicitário para uma economia que crescia e ansiava por isso.

Vindo do estado de São Paulo e assumindo um jornal familiar de conteúdo crítico e político, o engenheiro químico Wésley Mendonça encontrou resistência e desconfiança, porém conduziu a revista de forma a desmistificar a imprensa local, tornando-a independente, mas, nem por isso, “ameaçadora” ao status quo local, fosse ele político ou empresarial. Pelo contrário, trouxe uma publicação isenta destes ranços e inaugurou outra relação com a sociedade local, a qual passou a ser tema e conteúdo e encontrou um veículo, tanto para se ver, quanto para ver o outro.

"NÃO NOS POUPAMOS DE ASSUNTOS POLÊMICOS, MAS ELES FORAM RETRATADOS SEM VIESES E COM CLAREZA DE INFORMAÇÃO, NO INTUITO DE TRAZER À LUZ TEMAS QUE IMPACTAM UMA SOCIEDADE". - IVETE BINDA MENDONÇA

Na quarta edição da Criativa, Ivete Binda Mendonça assumiu a editoria e iniciou um processo para alavancar o periódico, sistematizando procedimentos, apostando no layout mais moderno e arrojado, investindo em imagens contextualizadas que valorizassem os participantes, entregando resultados para os anunciantes e, principalmente, trazendo o três-lagoense de nascimento ou adoção para dentro da revista em matérias que contavam suas histórias, e com a coluna social do saudoso Dinho Costa e editoriais produzidos pela equipe mostrando perfis e ressaltando o que todos têm de melhor.

“Já nas primeiras edições assumimos a responsabilidade de comunicar e trazer reflexões ao leitor sobre assuntos relevantes à população, fomos ousados e precisos, não nos poupando de assuntos polêmicos, mas que foram retratados sem vieses e com clareza de informação, no intuito de trazer à luz temas que impactam uma sociedade”, diz Ivete.

Posteriormente, por questões legais, a revista precisou mudar de nome e encontrou aí, sua verdadeira identidade de marca. Saindo de Criativa Gente para Rara Gente, consolidou seu nome, seu formato, sua relevância e penetração no mercado, em um constante movimento de ascensão, pautado em profissionalismo e cooperação.

Mais de duas décadas depois, exatas cem edições e a certeza de que caminhou junto com a região, na consolidação dos seus traços locais e identitários, como bons três-lagoenses, e na efetividade como produto editorial, a Rara Gente comemora um ciclo de realizações.

Esta edição, segundo o diretor do Grupo Agitta de Comunicações, Wésley, comemora um ciclo no apogeu da revista, que conta com saúde financeira e uma robusta carteira de anunciantes. 

“Continuamos cumprindo a missão à qual nos propusemos, com entendimento que uma revista impressa é um artigo de luxo no mercado, assim como um livro. Queremos que nosso público leitor e anunciante comemore conosco esse espelho bem sucedido de uma sociedade”.

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