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Jazz: a união de muitas danças

A estudante Lucilla Matias Alves Antônio fala sobre a sensação de liberdade que a dança proporciona

Daniela Galli
12/01/23 às 09h30

Prazer, felicidade, alegria: são alguns dos sentimentos e sensações despertadas quando o nosso corpo começa a se movimentar ao som de uma música. Seja ela qual for. É como se a alma sorrisse tanto por dentro, ao ponto de não conseguir esconder e faz transbordar para o organismo inteiro.

São essas as sensações descritas também por quem pratica dança há muitos anos. Até para aqueles que fazem dela uma profissão. Eles fazem por amor, por paixão e pelo prazer de dançar.

A prefeitura de Três Lagoas, sob a coordenação do professor e bailarino Jimmy Elliot, oferece gratuitamente aulas de dança para crianças e adolescentes. Ele mesmo explica os benefícios que qualquer modalidade pode trazer para a vida de cada uma delas: disciplina, postura, coordenação motora, fortalecimento muscular, consciência corporal entre tantos outros.

Algumas alunas dele já estão trabalhando com a dança fora do país, outras passaram por doenças graves como câncer e depressão e conseguiram força para vencê-las devido à ajuda que a dança deu à saúde mental delas.

Nos próximos dias vocês vão conhecer exemplos de pessoas que praticam esta atividade física há muitos anos e são verdadeiras inspirações, não só para quem também se dedica às coreografias há bastante tempo, mas também para quem quer começar agora.

A união de muitas danças

Por trás dos movimentos em ritmo de músicas bem animadas estão os passos do jazz, que nem por isso deixa de seguir algumas regras das danças em geral. Jimmy explica que esta modalidade trouxe consigo uma mistura de muitas outras danças como ballet, sapateado, dança de salão entre outras.

"O jazz tem muitos saltos, exige um trabalho de pernas, alongamento e agilidade”. Já dissemos que as músicas são animadas mas também podem ser lentas ou ainda de ritmos populares para trabalhar a ondulação do corpo.

A estudante Lucilla Matias Alves Antônio, de 15 anos, sabe bem o que o jazz exige e pratica por causa da sensação de liberdade que a dança lhe dá. “É onde eu consigo me expressar. Transmito as minhas emoções através dos movimentos corporais”.

Ela está no projeto da prefeitura de Três Lagoas desde os 12 anos de idade, mas há um ano se apaixonou pelo jazz. “Eu me identifiquei com este estilo, me exercito e tenho uma sensação de paz quando danço”.

Com as aulas, Lucilla diz que ganhou músculos mais fortes e conseguiu controlar melhor a ansiedade. Para quem quer começar a dançar ela cita ainda outros benefícios. “Não importa a idade, além de evitar o sedentarismo, o jazz melhora a concentração e proporciona uma qualidade de vida melhor”.

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