Mais que democratizar o acesso à informação, estreitar laços entre pessoas e proporcionar o debate de pautas até então pouco abordadas pela mídia tradicional, as redes sociais incorporaram uma série de rotinas à vida dos jovens, sobretudo à geração millennial. De gestos banais, como registrar o café da manhã no Instagram, curtir e comentar um post que surgiu no feed e até se informar por meio de vídeos publicados nas redes sociais. Ações que se tornaram automáticas para quem vive conectado, mas ainda desafiadoras para parte considerável da população: as pessoas com deficiência.
A questão colocou jovens dentro dessa parcela da sociedade frente a um importante desafio: transformar as redes sociais em espaços mais inclusivos, acessíveis e representativos. O movimento humaniza as interações virtuais, mas ainda encontra uma série de obstáculos para se tornar, de fato, efetivo. Basta pensar em quantas vezes você, usuário do Facebook e Instagram, publicou algo nas redes sociais com uma descrição para pessoas cegas, por exemplo.
