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Dia Nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla: conheça os sintomas

Dia Nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla: conheça os sintomas

Redação  - Rara Gente 
30/08/21 às 09h11

A esclerose múltipla é uma doença neurológica autoimune que compromete o sistema nervoso central e pode levar a alterações na visão, no equilíbrio e na capacidade muscular. O Dia Nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla, celebrado em 30 de agosto, reforça a importância do diagnóstico da doença que atinge principalmente pessoas entre 18 e 55 anos, segundo o Ministério da Saúde.

Os sintomas estão associados a alterações em uma estrutura cerebral chamada bainha de mielina, que envolve as células nervosas pelas quais passam os impulsos elétricos responsáveis pelo controle das funções do organismo.

Saiba quais são as possíveis causas, os fatores de risco e os tratamentos disponíveis contra a doença:

Causas são desconhecidas
Um dos desafios do estudo da esclerose múltipla é definir a causa da doença. Até o momento, a ciência não tem uma resposta sobre o que leva à deterioração da bainha de mielina. As hipóteses consideram que a ação contra os tecidos do sistema nervoso seja induzida pelo próprio sistema imunológico, de acordo com a predisposição genética.

As diferentes manifestações clínicas
Os tipos de esclerose múltipla são definidos de acordo com a evolução clínica de cada paciente, que pode se manifestar de diferentes formas. A mais comum é a forma remitente-recorrente (EM-RR), que corresponde a cerca de 85% dos casos.

Já as formas progressivas, que podem ser divididas em primária (EM-PP) ou secundária (EM-SP), concentram de 10 a 15% dos casos. A primária-progressiva apresenta início lento e piora constante dos sintomas. Os déficits e as incapacidades, que se acumulam ao longo do tempo, podem estabilizar ou continuar por anos.

Diagnóstico da esclerose múltipla
O diagnóstico pode ser feito a partir da investigação do histórico do paciente e de exames físicos. A confirmação é realizada por meio de exames de ressonância magnética do crânio e da coluna, com foco no encéfalo (parte do sistema nervoso localizada no interior do crânio) e na medula, além de exames laboratoriais que permitem descartar outras doenças que apresentam sintomas semelhantes.

Em casos de dúvidas, pode ser realizado, ainda, o exame do líquor, o líquido produzido no interior do cérebro com a função de proteger o sistema nervoso central.

Quando procurar ajuda
As pessoas devem procurar um médico sempre que manifestarem sintomas neurológicos que persistam por dias e que não tenham uma causa definida, como alterações da visão, da sensibilidade e dos movimentos do corpo.

Tratamento da esclerose múltipla
A esclerose múltipla não tem cura. Em geral, o tratamento atua no sistema imunológico, com o intuito de reduzir a inflamação do sistema nervoso central. A medicação tem como objetivo promover a melhoria dos sintomas, reduzir a frequência e a gravidade das recorrências e diminuir o número de internações.

(*) com informações de CNN 

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