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A dança do ventre e suas batidas envolventes e marcantes

Júnia Ziryab tem 41 anos e, além de ser locutora de rádio e TV, é bailarina desde criança

Daniela Galli
19/01/23 às 08h00

Prazer, felicidade, alegria: são alguns dos sentimentos e sensações despertadas quando o nosso corpo começa a se movimentar ao som de uma música. Seja ela qual for. É como se a alma sorrisse tanto por dentro, ao ponto de não conseguir esconder e faz transbordar para o organismo inteiro.

São essas as sensações descritas também por quem pratica dança há muitos anos. Até para aqueles que fazem dela uma profissão. Eles fazem por amor, por paixão e pelo prazer de dançar.

A prefeitura de Três Lagoas, sob a coordenação do professor e bailarino Jimmy Elliot, oferece gratuitamente aulas de dança para crianças e adolescentes. Ele mesmo explica os benefícios que qualquer modalidade pode trazer para a vida de cada uma delas: disciplina, postura, coordenação motora, fortalecimento muscular, consciência corporal entre tantos outros.

Algumas alunas dele já estão trabalhando com a dança fora do país, outras passaram por doenças graves como câncer e depressão e conseguiram força para vencê-las devido à ajuda que a dança deu à saúde mental delas.

Nos próximos dias vocês vão conhecer exemplos de pessoas que praticam esta atividade física há muitos anos e são verdadeiras inspirações, não só para quem também se dedica às coreografias há bastante tempo, mas também para quem quer começar agora.

Batidas envolventes e marcantes

A dança do ventre já é bastante conhecida e difundida no Brasil há muitos anos. “É uma dança que possui muitos movimentos de braço e quadril marcados por compassos bem característicos das músicas do oriente médio” , explica Jimmy.

As coreografias auxiliam ainda no desenvolvimento da musculatura dos membros inferiores por conta da semi flexão feita pelo joelho na hora de fazer o movimento dos quadris. A percussão é o que une de uma só vez o ritmo da música aos movimentos do corpo.

Júnia Ziryab tem 41 anos e, além de ser locutora de rádio e TV, é bailarina desde criança. Começou a fazer aulas de ballet aos seis anos e desde os 20 dedica-se à dança do ventre.

Para ela, é uma questão de conexão que vai além dos movimentos corporais. “Quanto mais eu estudo sobre a cultura ou a história de cada país mais eu entendo a história daquelas mulheres, sejam elas do Líbano ou Egito, Síria, entre tantos outros”.

Os sentimentos que a dança desperta em Júnia são vários: “Me dá muita satisfação, prazer e sentimento de pertencer à dança. Ela me ajuda a compreender o outro, na individualidade de forma coletiva. Para mim é divino e fantástico! Eu convido todos a praticar pois é apaixonante”.

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