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Fabi Gomes: Cultura, livros e conhecimento

Minha convidada da capa da coluna social desta semana é dona de um belo sorriso e de uma luz gigantesca que brilha de longe. Biblioteconomista de formação, eu conversei com a esplêndida Fabiana Gomes, ou Fabi Gomes como é mais conhecida.

Edgard Júnior
25/02/22 às 11h20

Minha convidada da capa da coluna social desta semana é dona de um belo sorriso e de uma luz gigantesca que brilha de longe. Biblioteconomista de formação, eu conversei com a esplêndida Fabiana Gomes, ou Fabi Gomes como é mais conhecida. Fabi é coordenadora da Biblioteca Pública Municipal daqui de Três Lagoas e contou nesse bate papo um pouco da sua história e do seu trabalho.

Apresentação

Sou Fabiana Carla Cândido Gomes, natural de Santa Fé do Sul/SP. Formada em Biblioteconomia e Ciência da Informação pela Faculdade de Biblioteconomia e Ciência da Informação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo no ano de 2006. Onde atuei como bibliotecária de 2007 a 2009. Em seguida, ainda em São Paulo, trabalhei como Bibliotecária Documentalista na Empresa PricewaterhouseCoopers até maio de 2011, quando recebi o convite para coordenar a Biblioteca Pública Municipal Rosário Congro aqui em Três Lagoas.


Qual a maior inspiração para sua carreira profissional?

Minha inspiração foi minha mãe, que trabalhava na biblioteca da escola que estudei no ensino fundamental. Cresci próximo daquele ambiente e via minha mãe como a pessoa mais inteligente do mundo, que decifrava o que muitos não sabiam. Pensava... UAUUUU, minha mãe é demais. Aquele ambiente mágico de paz e tranquilidade foi me mostrando sua importância. Recordava de cada cantinho, a disposição das estantes, mesas, cadeiras, do cheiro... E assim, no momento da escolha de que carreira seguir, minha memória afetiva me levou a desvendar o vasto campo de atuação de um biblioteconomista. Optei, me formei e aqui estou eu.

 

Foto: Elias Dias

Como você se sente exercendo o cargo atual? Qual o maior desafio? E a maior gratificação?

Gosto muito de trabalhar na Biblioteca Pública. Entre outros tipos de bibliotecas que atuei, a pública me permite muito mais como profissional por ser um espaço sociocultural e principalmente por ser aberto a toda comunidade sem distinção. Atender pessoas com características e necessidades bem diferentes umas das outras.

Desafio: vivemos um momento bastante delicado, onde por um lado a internet nos permite facilidades, mas por outro vemos o avanço desordenado de informações falsas. Nunca se viu como no momento atual o estrago que a "desinformação" causa em uma sociedade. O grande desafio é informar, construindo uma sociedade de consumidores de informação conscientes.

Gratificação: Auxiliar o indivíduo a ter autonomia e domínio sobre o "seu pensar".


Fala um pouquinho sobre a Biblioteca?

A biblioteca possui um importante papel social de oportunizar o indivíduo em meio a tantas desigualdades sociais.


E qual o segredo para esse sorriso aberto? Tem alguma receita?

O sorriso é pura GRATIDÃO. Gratidão pela família feliz que tenho, pelas oportunidades que a vida me deu e dá. Gratidão por saber que o bom olhar e a gentileza nos permite estarmos bem e felizes onde formos. Creio que recebemos o que emanamos.

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