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Dani Mekaru: Desafios, aprendizados e importância à vida

Nossa celebridade da capa da nossa coluna social desta semana tem o sorriso mais sincero e o jeito mais concentrado de ser. Eu tive o privilégio de conhecer um pouco da história da gerente de qualidade do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, a queridíssima Dani Mekaru. Ela que coordena com todo carinho e cuidado este setor, que exige tanta minúcia na execução, além de possuir uma equipe extremamente unida e capacitada para o ofício.

Edgard Júnior - Agitta Social
20/01/23 às 17h28

Nossa celebridade da capa da nossa coluna social desta semana tem o sorriso mais sincero e o jeito mais concentrado de ser. Eu tive o privilégio de conhecer um pouco da história da gerente de qualidade do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, a queridíssima Dani Mekaru. Ela que coordena com todo carinho e cuidado este setor, que exige tanta minúcia na execução, além de possuir uma equipe extremamente unida e capacitada para o ofício.

Foto: Assessoria de comunicação Hosp Aux.

Fala um pouquinho de quem é a Dani?

Sou Daniela Mekaru e estou no Hospital Nossa Senhora Auxiliadora há 8 anos, atuando como gerente de qualidade e captação de recursos. Me formei em Fonoaudiologia, sou Especialista em voz com concentração na cirurgia de cabeça e pescoço e sou Mestre em Ciências da Saúde pela Santa Casa Misericórdia de São Paulo; certificada pelo Bobath Centre de Londres e certificada em Integração Sensorial pela Arte Vidade (Lívia Magalhães). Possuo pós-graduação em Gestão de Qualidade pela Fundação Getúlio Vargas/SP, além de ser Especialista em Segurança do Paciente pela FIOCRUZ e certificada Black Belt pela Six Sigma Solutions.


Conta um pouco do início da sua carreira aí dentro, como entrou, enfim, o começo de tudo?

A oportunidade de trabalhar no Hospital Auxiliadora surgiu em meados de 2014, quando me mudei para Três Lagoas - cidade do pai de meu querido filho (Ulysses). Embora eu ainda tenha a minha "paulistanice" (rs), prefiro a segurança, liberdade e oportunidade de contemplar as coisas simples da natureza e da vida. Continuo com o princípio da filha mais velha de uma família de japoneses: servindo de exemplo, dedicada ao trabalho, à família e fazendo o que precisa ser feito.

Em 2014, o Auxiliadora projetava melhorar na questão de Qualidade Hospitalar e as minhas pretensões se encaixaram como uma luva. Tive a oportunidade de praticar o que estudava na FGV com a certeza de que há como atender com qualidade, de forma organizada e sustentável. E assim fui diagnosticando as não-conformidades do hospital, mas também identificando as inúmeras maneiras de captação de recursos, uma vez que há programas do governo, emendas parlamentares, editais, eventos e muitas pessoas boas que compartilham da mesma vontade de fazer acontecer, sem desculpas, mas com afinco, profissionalismo e amor ao próximo.


Qual a melhor coisa de trabalhar aí (fazer o que você faz) e o maior desafio?

A melhor coisa ao trabalhar no Auxiliadora - uma entidade filantrópica que completará 104 anos em 2023, é o sentimento de realização, dada a importância do hospital para a região em atendimentos, empregos e desenvolvimento da saúde. Sinto-me realizada pela transformação do Auxiliadora num hospital mais organizado, equipado, estruturado, capacitado e cada vez mais resolutivo. Em 2022, por exemplo, foram quase 50 mil pessoas atendidas imediatamente no Pronto Atendimento e Pronto Socorro do HNSA. Mais de 10 mil internações e mais de 6 mil cirurgias.


Existe um hospital antes e depois da pandemia?

Ah sim. Eu acho que todos nós estamos diferentes! Mais temerosos e menos prepotentes. Quanto ao Auxiliadora, acredito que todos se sentem orgulhosos de seus feitos, pois desde a direção das irmãs e do diretor executivo que passou pela situação de falta de medicamentos de intubação para 40 pacientes com estoque para 1 dia, e superou. A assistência médica, enfermagem, fisioterapeutas e toda equipe multiprofissional que se expôs aos riscos, quando sequer sabiam quais os procedimentos corretos para atender os pacientes e se proteger, e toda gestão articulada com o poder público para salvar o máximo de vidas. O hospital sofreu, aprendeu, cresceu e também pôde sentir a essência do ser humano pelo próximo através das doações de máscaras confeccionadas a muitas mãos, de elásticos de empresas que fecharam, de lanches, pizzas, marmitas e chocolates aos funcionários que dobravam os seus plantões, além de cestas básicas, água,  enfim, sentimos além do enorme desafio, apoio com criatividade e amor.     


Deixa uma mensagem para quem quer ser ou já está exercendo o cargo de gestão?

Exercer o cargo de gestor é uma oportunidade de criar soluções ensinando. O que quero dizer é que, pelo que tenho vivenciado, ser gestor requer habilidades para observar situações com interesse e experiência, analisar indicadores com profissionalismo, planejar ações concretas, agir constantemente e ensinar com dedicação para ter mais "de nós". Assim a empresa cresce e no caso do Auxiliadora, mais pessoas são atendidas nos momentos frágeis de suas vidas. E melhorando sempre.

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