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Ailton Pereira - A Engenharia do bom churrasco

Nossa coluna social desta semana, em homenagem ao Dia do Engenheiro Civil, que aconteceu no último dia 25 de outubro, vou falar do renomado e querido Ailton Pereira.

Edgard Júnior - Colunista Social
29/10/21 às 11h49
Foto: Arquivo pessoal

Nossa coluna social desta semana, em homenagem ao Dia do Engenheiro Civil, que aconteceu no último dia 25 de outubro, vou falar do renomado e querido Ailton Pereira. Bati um papo com ele, no auge dos seus 70 anos e que, com mais de 40 anos de profissão, esbanja energia positiva e simpatia, conta pra gente um pouco da sua trajetória pessoal e profissional.


Fala um pouco de você?

Sou Ailton da Silva Pereira, de 70 anos, Engenheiro Civil com 46 anos de profissão. Sou formado em 1975, já casado e trabalhando.


Onde já trabalhou? (ordem cronológica)

Sempre trabalhei na área da construção civil. Antes de formado trabalhei com o meu pai, que era construtor. Após a formatura e com a intenção de aprender mais, fui trabalhar em uma empresa e fui Engenheiro Residente na cidade universitária de São Paulo por dois anos.

A partir daí, fui transferido para Salvador/BA, onde fui gerente da filial e construí dois prédios públicos. Após um ano, retornei para São Paulo a pedido da família, vindo morar em Tatuí, no interior de SP, onde tinha uma construtora na qual fizemos aproximadamente 500 casas (na época era o BNH - Banco Nacional de Habitação que fazia os financiamentos). Depois de sete anos e também a pedido da família que queria voltar para Três Lagoas, optei por acompanhar os meus pais e criamos a CASA DA MADEIRA - comércio de madeiras  e indústria de móveis. Ao todo foram 11 anos no comércio, mas sempre fazendo uma ou outra obra e projetos. Fui convidado pelo Prefeito Issam Fares para ser o Secretário de Obras do município. Após o primeiro mandato, fui trabalhar na Secretaria de Planejamento, elaborando projetos para a Prefeitura. Ao final do segundo mandato, passei a trabalhar como autônomo e desenvolvendo diversos projetos para a prefeitura e também para as indústrias que se instalavam em Três Lagoas. Iniciei na área de Urbanismo fazendo e desenvolvendo projetos de loteamentos em Três Lagoas e também em Brasilândia. Foram 10 empreendimentos que eu participei de forma direta em projetos e também na implantação da infraestrutura. Hoje já aposentado continuo trabalhando, apenas em projetos, arquitetura, bombeiros, assistente técnico jurídico, estudo de impacto de vizinhança, licenciamento ambiental, entre outros.

Então já trabalhou no setor público? conta pra gente?

Sim trabalhei no setor público, como secretário de obras da prefeitura por 4 anos e outros 4 anos desenvolvendo projetos de engenharia na secretaria de planejamento.

Qual maior desafio da profissão (Engenharia) e a maior alegria?

A engenharia nos apresenta desafios a todo instante, eu digo sempre que tudo é possível na engenharia, só precisamos de projetos, planejamento e recursos financeiros e técnicos para executar.Foram muitos desafios, não conseguiria classificar qual deles foi o maior ou mais importante. Acho que a maior alegria foi colar grau como Engenheiro Civil, receber o CREA e estar apto para trabalhar com o que sempre sonhei.

Você faz parte do grupo BRUTUS. Conta um pouco sobre esse amor pelo grupo.

A nossa vida não se resume somente em trabalhar, temos os nossos hobbies e o lazer. Adoro pescaria, e comecei  em Três Lagoas a fazer fogo de chão (costelas assadas eram as preferidas) - sempre fazia no Rotary Club, daí então os amigos me convidaram para fazer em eventos de aniversário e comemorações. O grupo dos BRUTUS foi formado, e após um tempo fui convidado para fazer parte de uma estação no primeiro CHURRASCAJE. Fui aprovado pelo grupo e recebi o avental e hoje sou especialista em fogo de chão. Sempre tem uma estação para eu coordenar nos eventos do grupo.

Tive o prazer de ir na delegação dos BRUTUS na cidade de La Serena no Chile, onde fiz um curso de juiz, e fui convidado para julgar os churrasqueiros e parrilheiros do festival. O Grupo dos BRUTUS ganhou o primeiro lugar na especialidade de Fogo Ancestral, e eu ganhei muita experiência com renomados churrasqueiros pan-americanos. O prazer de fazer um bom churrasco, reflete todo o amor que tenho em servir. O BRUTUS, intensificou essa paixão.

 

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