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Agitta Social com Rafael Furlan

Ele é o coordenador do curso de Jornalismo da faculdade AEMS em Três Lagoas, e contou um pouco sobre sua trajetória de vida e seu vasto mundo profissional.

Edgard Júnior - Agitta Social
20/04/24 às 11h19

“Bons professores podem inspirar esperança, inflamar a imaginação e ativar o amor pela aprendizagem.” Brad Henry

Foto: Viviane Almeida

Ah, os professores! Os leitores da nossa coluna social já sabem o quão prazer eu sinto em escrever sobre esses profissionais. E hoje me sinto privilegiado em poder contar um pouco da história deste jovem “workaholic” que é meu amigo de longa data, possui um gabarito acadêmico de tirar o fôlego e exerce tantas funções de extrema relevância em nossa sociedade. Essa semana, tenho o prazer de anunciar a nossa matéria de capa com o renomado Prof. Dr. Rafael Furlan, que é coordenador do curso de Jornalismo da faculdade AEMS em Três Lagoas, e que contou um pouco sobre sua trajetória de vida e seu vasto mundo profissional. 


Apresentação

“Rafael Furlan Lo Giudice, 36 anos, católico, escorpiano e cozinheiro nas horas vagas, sou professor e jornalista. Sou graduado em Jornalismo pela UNIFEV, Letras Inglês pela ESTÁCIO, Pedagogia pela UNIBF e Administração pela UNINTER. Atualmente sou professor concursado da Rede Municipal de Ensino de Três Lagoas, professor em escolas da rede particular de Três Lagoas nas áreas de literatura e gramática, coordeno os cursos de Jornalismo e Pedagogia da AEMS, presto serviços na área do jornalismo e sou avaliador do Ministério da Educação de cursos superiores do Brasil”.


Em quem se inspirou em exercer sua profissão? Conta tudo do início? onde já atuou?

“Sou de uma família onde os meus pais não possuem ensino superior. Sempre sonharam em proporcionar o melhor para os seus dois filhos, eu e o meu irmão. Dessa forma decidi fazer a minha primeira graduação em Jornalismo, com 18 anos apenas. Foram 4 anos estudando e também trabalhando para ajudar o meu pai pagar a faculdade. Trabalho desde os meus 16 anos. Aprendi muito e a responsabilidade com o trabalho é algo que levo muito em minha vida. Sempre gostei da parte da docência e desde a época da faculdade queria ser professor universitário. Lembro que no meu primeiro ano de jornalismo fiz um artigo científico e publiquei em um encontro científico da Instituição. O gosto pela pesquisa, ensino, sempre permearam a minha vida. Fiz duas especializações, mestrado e também doutorado. Trabalhei durante vários anos em assessoria de imprensa hospitalar e ao chegar em Três Lagoas, trabalhando com telejornalismo, tive a oportunidade de poder ser professor do curso de Jornalismo da AEMS e posteriormente coordenador. Já se passaram mais de 13 anos e sou muito grato por essa oportunidade, pois diferentes de muitos, iniciei no ensino superior e fui para o ensino médio, fundamental II e também fundamental I. Decidi fazer letras, conhecer mais sobre a área da literatura e gramática e posteriormente pedagogia. Para complementar a minha formação fiz administração, afinal, a escola é também uma empresa e preciso conhecer todas as áreas para daqui alguns anos eu realizar aquilo que busco, a direção escolar. Tenho me dedicado muito a estudar sobre gestão e também sobre os processos de uma escola.”


Quais os pontos positivos e negativos de ser coordenador (e professor)?

“São vários os pontos positivos em ser coordenador, sendo eles: construção de uma equipe de alta performance, liderança e trabalho em equipe. Como professor um ponto positivo é que não existe rotina fixa e marcamos as vidas dos nossos alunos. Os pontos negativos: sobrecarga de trabalho e emocional e desvalorização da profissão.”


Aluno bom é aquele?

“Aluno bom é aquele que a família participa de todos os processos da vida escolar do seu filho. O resultado, sem dúvida, é gratificante.”


Deixa uma mensagem para nossos leitores e quem quer seguir seus passos?

“A mensagem que deixo a todos é que a educação é a melhor forma de poder transformar vidas. Estudar, sempre querer se atualizar, faz com que o professor repense as suas práticas pedagógicas. Em minha vida sempre penso o que posso melhorar. A minha essência está em transformar vidas por meio da educação. Sou um professor que aplico aquilo que aprendi no jornalismo em minhas rotinas em sala de aula. Trabalhar com essa junção fez eu amar ainda mais a profissão que escolhi. Jornalismo e Educação podem caminhar juntos e transformar vidas.” 

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