Há uma explicação para a viagem instantânea que se vivencia ao ser invadida por um aroma familiar. O olfato é ligado ao sistema límbico, parte do cérebro responsável por processar emoções, e também é o sentido que gera as memórias mais duradoura, se comparadas às do paladar ou da visão.
Esse detalhe ajuda a compreender a relação tão intima que se desenrola entre nós e os perfumes, especialmente em períodos nos quais precisamos recorrer aos lugares de afeto – qualquer conexão com uma pandemia ou grandes mudanças de estilo de vida não é mera coincidência.
Uma pesquisa realizada pela casa suíça de fragrâncias e sabores Firmenich ouviu seis mil pessoas em 11 países entre os períodos de abril a maio, e junho a setembro de 2020 para entender como se comportou o uso de perfumes no período.
Os resultados mostraram que 56% dos participantes se apegaram ainda mais aos aromas. Outro relatório, desta vez da norte-americana NPD, agência especializada em pesquisas de mercado, indicou ainda que 85% daqueles que não vivem sem algumas borrifadas estenderam esse cuidado para a casa, com difusores e home sprays.
Veja a seguir o que há de mais novo e interessante no universo dos apaixonados por fragrâncias.
